18 de dez. de 2010
WEC se despede em noite histórica nos EUA
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O WEC 53, última edição do evento americano antes da fusão definitiva com o UFC, aconteceu na noite de hoje no Arizona, Estados Unidos, e entrou para a história do MMA. Além de definir o primeiro campeão peso pluma do UFC, o show contou com uma disputa eletrizante pelo cinturão dos leves do WEC, e o combate entre Ben Henderson e Anthony Pettis certamente entrará no Top 3 de melhores lutas de 2010.
Colocando o cinturão em jogo, Henderson começou agressivo, tomando conta do combate no primeiro assalto. Se sentindo à vontade a partir da segunda parcial, Pettis começou a controlar a luta e ditar o ritmo da peleja. Precisando reverter o panorama no quarto round, uma vez que estava em desvantagem na pontação, Henderson partiu para cima de forma agressiva, dando início a uma verdadeira guerra. Numa troca intensa de posições no chão e em pé, Henderson e Pettis quase finalizaram a luta com mata-leões e guilhotinas, mas quis o destino que o melhor ficaria para o quinto round.
Com boas joelhadas e golpes de direita, Pettis foi tomando conta da ação e sacramentando sua vitória, que quase veio num chute espetacular, digno de filmes hollywoodianos. Saltando e usando a grade como apoio, Pettis acertou um chute rodado em cheio no rosto de Henderson, que caiu quase apagado. O nocaute certamente faria parte da lista dos mais bonitos de todos os tempos, mas o queixo duro de Henderson impediu o feito. Na decisão dos juízes, porém, Ben nada pode fazer, a não ser ver seu cinturão passar para as mãos de Anthony Pettis, que agora espera pelo vencedor de Frankie Edgar x Gray Maynard para disputar o título do UFC.
DOMINICK CRUZ ENTRA PARA A HISTÓRIA DO UFC
Dono de um cartel com 16 vitórias e apenas uma derrota, Dominick Cruz era o número um dos pesos plumas no MMA, mas o título do WEC não dava tanta mídia para o americano. Com a fusão do evento com o UFC, Dominick disputou com Scott Jorgensen de olho nos cinturões do WEC e UFC, e a vitória veio em uma atuação impecável. Dominando os 25 minutos de luta, seja na trocação ou no ground and pound, Cruz defendeu o cinturão do WEC e entrou para a história como o primeiro campeão peso pluma do UFC.
BARÃO E MARAJÓ DÃO SHOW NO WEC
Representantes brasileiros no último WEC da história, Renan Barão e Yuri Marajó abriram o show em grande estilo, mantendo a tradição do evento em lutas emocionantes. O primeiro a entrar em ação foi Barão, que precisou de apenas três minutos e 47 segundos para finalizar Chris Cariaso com um mata-leão. Na luta seguinte, Yuri foi 21 segundos mais rápido para nocautear Ricardo Lamas, estreando com o pé direito no show.
Os rápidos confrontos seguiram no card preliminar, com Danny Castillo nocauteando Will Kerr em apenas 85 segundos. No combate seguinte, Eddie Wineland colocou Ken Stone para dormir com um bate-estaca a dois minutos e 11 segundos da etapa inicial. O golpe deixou Stone desacordado por vários minutos na jaula, deixando o público local apreensivo. Fechando as preliminares com chave de ouro, Shane Roller finalizou Jamie Varner com um mata-leão em pouco menos de quatro minutos.
RESULTADOS COMPLETOS:
WEC 53
Glendale, Arizona, Estados Unidos
Quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Card principal:
- Anthony Pettis derrotou Ben Henderson na decisão unânime dos juízes;
- Dominick Cruz derrotou Scott Jorgensen na decisão unânime dos juízes;
- Donald Cerrone finalizou Chris Horodecki com um triângulo a 2min43s do 2R;
- Kamal Shalorus derrotou Bart Palaszewski na decisão unânime dos juízes;
Card preliminar:
- Danny Downes derrotou Tiequan Zhang na decisão unânime dos juízes;
- Shane Roller finalizou Jamie Varner com um mata-leão a 3min55s do 1R;
- Brad Pickett derrotou Ivan Menjivar na decisão unânime dos juízes;
- Eddie Wineland nocauteou Ken Stone a 2min11s do 1R;
- Danny Castillo nocauteou Will Kerr a 1min25s do 1R;
- Yuri “Marajó” Alcântara nocauteou Ricardo Lamas a 3min26s do 1R;
- Renan Barão finalizou Chris Cariaso com um mata-leão a 3min47s do 1R.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/12/16/WEC-53-ao-vivo--brasileiros-atropelam-no-1R
Colocando o cinturão em jogo, Henderson começou agressivo, tomando conta do combate no primeiro assalto. Se sentindo à vontade a partir da segunda parcial, Pettis começou a controlar a luta e ditar o ritmo da peleja. Precisando reverter o panorama no quarto round, uma vez que estava em desvantagem na pontação, Henderson partiu para cima de forma agressiva, dando início a uma verdadeira guerra. Numa troca intensa de posições no chão e em pé, Henderson e Pettis quase finalizaram a luta com mata-leões e guilhotinas, mas quis o destino que o melhor ficaria para o quinto round.
Com boas joelhadas e golpes de direita, Pettis foi tomando conta da ação e sacramentando sua vitória, que quase veio num chute espetacular, digno de filmes hollywoodianos. Saltando e usando a grade como apoio, Pettis acertou um chute rodado em cheio no rosto de Henderson, que caiu quase apagado. O nocaute certamente faria parte da lista dos mais bonitos de todos os tempos, mas o queixo duro de Henderson impediu o feito. Na decisão dos juízes, porém, Ben nada pode fazer, a não ser ver seu cinturão passar para as mãos de Anthony Pettis, que agora espera pelo vencedor de Frankie Edgar x Gray Maynard para disputar o título do UFC.
DOMINICK CRUZ ENTRA PARA A HISTÓRIA DO UFC
Dono de um cartel com 16 vitórias e apenas uma derrota, Dominick Cruz era o número um dos pesos plumas no MMA, mas o título do WEC não dava tanta mídia para o americano. Com a fusão do evento com o UFC, Dominick disputou com Scott Jorgensen de olho nos cinturões do WEC e UFC, e a vitória veio em uma atuação impecável. Dominando os 25 minutos de luta, seja na trocação ou no ground and pound, Cruz defendeu o cinturão do WEC e entrou para a história como o primeiro campeão peso pluma do UFC.
BARÃO E MARAJÓ DÃO SHOW NO WEC
Representantes brasileiros no último WEC da história, Renan Barão e Yuri Marajó abriram o show em grande estilo, mantendo a tradição do evento em lutas emocionantes. O primeiro a entrar em ação foi Barão, que precisou de apenas três minutos e 47 segundos para finalizar Chris Cariaso com um mata-leão. Na luta seguinte, Yuri foi 21 segundos mais rápido para nocautear Ricardo Lamas, estreando com o pé direito no show.
Os rápidos confrontos seguiram no card preliminar, com Danny Castillo nocauteando Will Kerr em apenas 85 segundos. No combate seguinte, Eddie Wineland colocou Ken Stone para dormir com um bate-estaca a dois minutos e 11 segundos da etapa inicial. O golpe deixou Stone desacordado por vários minutos na jaula, deixando o público local apreensivo. Fechando as preliminares com chave de ouro, Shane Roller finalizou Jamie Varner com um mata-leão em pouco menos de quatro minutos.
RESULTADOS COMPLETOS:
WEC 53
Glendale, Arizona, Estados Unidos
Quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Card principal:
- Anthony Pettis derrotou Ben Henderson na decisão unânime dos juízes;
- Dominick Cruz derrotou Scott Jorgensen na decisão unânime dos juízes;
- Donald Cerrone finalizou Chris Horodecki com um triângulo a 2min43s do 2R;
- Kamal Shalorus derrotou Bart Palaszewski na decisão unânime dos juízes;
Card preliminar:
- Danny Downes derrotou Tiequan Zhang na decisão unânime dos juízes;
- Shane Roller finalizou Jamie Varner com um mata-leão a 3min55s do 1R;
- Brad Pickett derrotou Ivan Menjivar na decisão unânime dos juízes;
- Eddie Wineland nocauteou Ken Stone a 2min11s do 1R;
- Danny Castillo nocauteou Will Kerr a 1min25s do 1R;
- Yuri “Marajó” Alcântara nocauteou Ricardo Lamas a 3min26s do 1R;
- Renan Barão finalizou Chris Cariaso com um mata-leão a 3min47s do 1R.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/12/16/WEC-53-ao-vivo--brasileiros-atropelam-no-1R
16 de dez. de 2010
UFC VOLTA AO BRASIL
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Treze anos depois, o Ultimate Fighting Championship está de volta ao Brasil. A primeira edição em solo nacional foi realizada em São Paulo, em 1998. Desta vez, o Rio de Janeiro receberá os combates do maior evento de artes-marciais mistas do mundo, programados para o dia 27 de agosto de 2011, na HSBC Arena.
O anúncio oficial foi feito ontem à tarde, no Palácio da Cidade, pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o presidente da organização americana, Dana White. “Fui procurado há algum tempo e confesso que não tinha a dimensão do que representa. É uma honra sediar [sic] o UFC”, afirma Paes. “É uma data histórica para nós”, complementa White.
Atualmente, o UFC é uma das mais bem-sucedidas marcas esportivas do mundo, avaliada em US$ 1 bilhão pela revista Fortune. Poderio financeiro que acaba transferido para as cidades que o recebem – a previsão é de um impacto econômico de US$ 15 a US$ 50 milhões com a realização.
Participaram também da coletiva de imprensa os lutadores Vitor Belfort, José Aldo, os curitibanos Maurício Shogun e Anderson Silva, além do “pai” do UFC, Royce Gracie, todos eles atuais ou ex-detentores do cobiçado cinturão dourado. Trinta e seis atletas brasileiros são contratados da marca.
“Tudo começou por aqui, com o meu pai [Hélio Gracie], em busca de uma luta perfeita, o jiu-jitsu”, declarou Gracie, primeiro campeão, um dos fundadores e principal popularizador da disputa. “Na minha época, chamavam de vale-tudo. Mas não é isso. Há regras bem definidas”.
Os ingressos para a edição carioca serão vendidos a partir de maio, e ainda não têm preços fixados. “Teremos valores e setores para todos. Posso garantir”, sentenciou White. Também não há definição sobre os lutadores que entrarão no octógono verde e amarelo.
“Eu gostaria muito de participar. Já fica aqui o meu pedido para o Dana White”, avisou Belfort, campeão mais jovem do evento, aos 19 anos. No UFC de estreia brasileiro, o carioca protagonizou uma luta histórica com Wanderlei Silva, batendo o curitibano em incríveis 11 segundos. Uma revanche está entre os possíveis confrontos desse retorno. “Não se preocupem, teremos um show incrível”, previu o chefão Dana White.
Entrevistas
Anderson Silva, lutador.
Anderson Silva, paulista radicado em Curitiba, é atualmente o maior nome das artes-marciais mistas do mundo, com 12 vitórias consecutivas no UFC. Campeão da categoria médio, ele colocará o cinturão em jogo no mês de fevereiro, diante de Vitor Belfort, no encontro que está sendo apontado como a luta do século.
Qual a avaliação que você faz da vinda do UFC para o Brasil?
É uma grande oportunidade para os brasileiros. Sempre que estou na rua perguntam quando vou lutar aqui. Mas também para mudar muita coisa, tirar o preconceito que ainda existe sobre o MMA [sigla para mixed martial arts, artes marciais mistas em inglês].
Pode também popularizar o esporte no país?
Com certeza. É uma chance para os atletas que estão começando de ganhar um impulso extra.
Você hoje é o lutador a ser batido. Como lida com essa situação? Está preparado para enfrentar o Vitor Belfort?
Já mostrei que sei lidar com a posição de campeão.
Maurício Shogun, lutador.
O curitibano Maurício Shogun é o atual campeão da categoria meio-pesado do UFC. De terno e cinturão dourado pendurado no ombro, o curitibano falou da expectativa sobre a edição brasileira.
Como você encara a vinda do evento para o Brasil?
Tenho esse sonho de lutar no meu país, para os meus fãs, minha família. É muito gratificante saber que teremos o UFC por aqui, uma competição que já é respeitada em todo o mundo.
Que tipo de influência essa vinda pode exercer sobre as artes-marciais mistas?
Lembro que quando eu falava que era lutador minha sogra achava que era algo selvagem, eu era chutado da casa dela. Hoje, não mais. Pode ajudar muito, não apenas a popularizar, mas a diminuir o preconceito de quem pensa que é vale-tudo. Não é assim, somos atletas e profissionais. Eu vivo disso, sustento a minha família.
Você já tem sua próxima luta definida? Gostaria de participar da edição no Rio de Janeiro?
Ainda não sei quando e com quem eu vou lutar, mas isso deve acontecer logo. É claro que gostaria de estar no Rio de Janeiro ano que vem. Mas ainda é cedo para pensar nisso, vamos aguardar.
Fonte: http://www.gazetamaringa.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1078088&tit=Brasil-resgata-classico-das-artes-marciais
O anúncio oficial foi feito ontem à tarde, no Palácio da Cidade, pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o presidente da organização americana, Dana White. “Fui procurado há algum tempo e confesso que não tinha a dimensão do que representa. É uma honra sediar [sic] o UFC”, afirma Paes. “É uma data histórica para nós”, complementa White.
Atualmente, o UFC é uma das mais bem-sucedidas marcas esportivas do mundo, avaliada em US$ 1 bilhão pela revista Fortune. Poderio financeiro que acaba transferido para as cidades que o recebem – a previsão é de um impacto econômico de US$ 15 a US$ 50 milhões com a realização.
Participaram também da coletiva de imprensa os lutadores Vitor Belfort, José Aldo, os curitibanos Maurício Shogun e Anderson Silva, além do “pai” do UFC, Royce Gracie, todos eles atuais ou ex-detentores do cobiçado cinturão dourado. Trinta e seis atletas brasileiros são contratados da marca.
“Tudo começou por aqui, com o meu pai [Hélio Gracie], em busca de uma luta perfeita, o jiu-jitsu”, declarou Gracie, primeiro campeão, um dos fundadores e principal popularizador da disputa. “Na minha época, chamavam de vale-tudo. Mas não é isso. Há regras bem definidas”.
Os ingressos para a edição carioca serão vendidos a partir de maio, e ainda não têm preços fixados. “Teremos valores e setores para todos. Posso garantir”, sentenciou White. Também não há definição sobre os lutadores que entrarão no octógono verde e amarelo.
“Eu gostaria muito de participar. Já fica aqui o meu pedido para o Dana White”, avisou Belfort, campeão mais jovem do evento, aos 19 anos. No UFC de estreia brasileiro, o carioca protagonizou uma luta histórica com Wanderlei Silva, batendo o curitibano em incríveis 11 segundos. Uma revanche está entre os possíveis confrontos desse retorno. “Não se preocupem, teremos um show incrível”, previu o chefão Dana White.
Entrevistas
Anderson Silva, lutador.
Anderson Silva, paulista radicado em Curitiba, é atualmente o maior nome das artes-marciais mistas do mundo, com 12 vitórias consecutivas no UFC. Campeão da categoria médio, ele colocará o cinturão em jogo no mês de fevereiro, diante de Vitor Belfort, no encontro que está sendo apontado como a luta do século.
Qual a avaliação que você faz da vinda do UFC para o Brasil?
É uma grande oportunidade para os brasileiros. Sempre que estou na rua perguntam quando vou lutar aqui. Mas também para mudar muita coisa, tirar o preconceito que ainda existe sobre o MMA [sigla para mixed martial arts, artes marciais mistas em inglês].
Pode também popularizar o esporte no país?
Com certeza. É uma chance para os atletas que estão começando de ganhar um impulso extra.
Você hoje é o lutador a ser batido. Como lida com essa situação? Está preparado para enfrentar o Vitor Belfort?
Já mostrei que sei lidar com a posição de campeão.
Maurício Shogun, lutador.
O curitibano Maurício Shogun é o atual campeão da categoria meio-pesado do UFC. De terno e cinturão dourado pendurado no ombro, o curitibano falou da expectativa sobre a edição brasileira.
Como você encara a vinda do evento para o Brasil?
Tenho esse sonho de lutar no meu país, para os meus fãs, minha família. É muito gratificante saber que teremos o UFC por aqui, uma competição que já é respeitada em todo o mundo.
Que tipo de influência essa vinda pode exercer sobre as artes-marciais mistas?
Lembro que quando eu falava que era lutador minha sogra achava que era algo selvagem, eu era chutado da casa dela. Hoje, não mais. Pode ajudar muito, não apenas a popularizar, mas a diminuir o preconceito de quem pensa que é vale-tudo. Não é assim, somos atletas e profissionais. Eu vivo disso, sustento a minha família.
Você já tem sua próxima luta definida? Gostaria de participar da edição no Rio de Janeiro?
Ainda não sei quando e com quem eu vou lutar, mas isso deve acontecer logo. É claro que gostaria de estar no Rio de Janeiro ano que vem. Mas ainda é cedo para pensar nisso, vamos aguardar.
Fonte: http://www.gazetamaringa.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1078088&tit=Brasil-resgata-classico-das-artes-marciais
Entrega de Faixa no CTM MARINGÁ
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Para quem está no Jiu-Jitsu, um dos momentos mais importantes é a graduação. É uma prova de que o atleta está pronto para novos desafios e preparado para encarar adversários mais duros. No CTM, 11 alunos vão passar por isso no próximo dia 19 (domingo) a partir da 10h da manhã. Todos com o aval do professor Edenilson Lima (Dennis). Agathon Felipe e Henrique Pereira receberão a faixa amarela, Lucas Fassion e Thiago Alves receberão a faixa laranja, Douglas Guilherme receberá a faixa verde, Jocilmar Bardi, Ronnye Tambany, Ambrosio Labiak, Fabio do Vale e Fernando Maran receberão a faixa azul e Alessandro Palomares receberá a faixa roxa.
No Jiu-Jitsu não existe um tempo estipulado para cada faixa, você só vai receber uma nova faixa se tiver se empenhado bastante, se você tiver se esforçado o suficiente para merecer uma nova faixa.
Aqui estão as faixas em ordem crescente:
1ª faixa: Branca
2ª faixa: Amarela (somente para menores de dezesseis anos)
3ª faixa: Laranja (somente para menores de dezesseis anos)
4ª faixa: Verde (somente para menores de dezesseis anos)
5ª faixa: Azul
6ª faixa: Roxa
7ª faixa: Marrom
8ª faixa: Preta - Aluno
9ª faixa: Preta - Professor
10ª faixa: Preta e Vermelha - Mestre (Sétimo e Oitavo Grau)
11ª faixa: Vermelha - Grande Mestre (Nono e Décimo Grau)
Nas faixas coloridas ( da Branca até a Marrom ) coloca- se no máximo quatro graus; na Preta são dez, sendo que do Primeiro ao Sexto Grau não se altera a cor da faixa ( somente se inclui os graus na tarja da faixa ), mas ao se ganhar o Sétimo Grau, o faixa Preta é promovido a Mestre, passando a utilizar a faixa Preta e Vermelha (Faixa Coral). Ganhando o Nono Grau o Mestre recebe o Título de Grande Mestre, passando a portar a faixa Vermelha.
No Jiu-Jitsu não existe um tempo estipulado para cada faixa, você só vai receber uma nova faixa se tiver se empenhado bastante, se você tiver se esforçado o suficiente para merecer uma nova faixa.
Aqui estão as faixas em ordem crescente:
1ª faixa: Branca
2ª faixa: Amarela (somente para menores de dezesseis anos)
3ª faixa: Laranja (somente para menores de dezesseis anos)
4ª faixa: Verde (somente para menores de dezesseis anos)
5ª faixa: Azul
6ª faixa: Roxa
7ª faixa: Marrom
8ª faixa: Preta - Aluno
9ª faixa: Preta - Professor
10ª faixa: Preta e Vermelha - Mestre (Sétimo e Oitavo Grau)
11ª faixa: Vermelha - Grande Mestre (Nono e Décimo Grau)
Nas faixas coloridas ( da Branca até a Marrom ) coloca- se no máximo quatro graus; na Preta são dez, sendo que do Primeiro ao Sexto Grau não se altera a cor da faixa ( somente se inclui os graus na tarja da faixa ), mas ao se ganhar o Sétimo Grau, o faixa Preta é promovido a Mestre, passando a utilizar a faixa Preta e Vermelha (Faixa Coral). Ganhando o Nono Grau o Mestre recebe o Título de Grande Mestre, passando a portar a faixa Vermelha.
14 de dez. de 2010
"Capitão Nascimento" faixa Azul de Jiu Jitsu
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A convite do Sensei Sportv, Wagner Moura se juntou a dois integrantes da tropa de elite do MMA brasileiro para uma tarde de treinos no CT dos Irmãos Nogueira. Vitor Belfort e Rogério Minotouro puderam comprovar que "Pede para sair", o bordão que ficou famoso depois do sucesso de "Tropa de Elite", não faz parte da rotina do "Capitão Nascimento".
Incansável, o ator, que é praticante de jiu-jitsu, não se intimidou e treinou Boxe, Submission e aprendeu diversas técnicas de MMA. Apaixonado pelo mundo das lutas, Wagner declarou ser fã incondicional de Rodrigo Minotauro. “Depois da derrota para o Frank Mir, fiquei dois dias de luto. Acompanho demais MMA, no Sportv, sou apaixonado e não perco um evento”, disse.
O reconhecimento pela dedicação veio através do professor Chico Salgado. Wagner foi graduado faixa azul durante a reportagem e não escondeu a emoção. “Foi uma grande surpresa, não esperava, estou emocionado. É um grande incentivo para continuar treinando e me dedicando cada vez mais”, comentou.
Fonte: TATAME
Incansável, o ator, que é praticante de jiu-jitsu, não se intimidou e treinou Boxe, Submission e aprendeu diversas técnicas de MMA. Apaixonado pelo mundo das lutas, Wagner declarou ser fã incondicional de Rodrigo Minotauro. “Depois da derrota para o Frank Mir, fiquei dois dias de luto. Acompanho demais MMA, no Sportv, sou apaixonado e não perco um evento”, disse.
O reconhecimento pela dedicação veio através do professor Chico Salgado. Wagner foi graduado faixa azul durante a reportagem e não escondeu a emoção. “Foi uma grande surpresa, não esperava, estou emocionado. É um grande incentivo para continuar treinando e me dedicando cada vez mais”, comentou.
Fonte: TATAME
Paixão por lutas faz famílias trocarem o futebol pelo Jiu-Jitsu
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Tudo começou com os quatro filhos que decidiram entrar numa academia de jiu-jitsu em Toyokawa, há três anos. Por influência dos meninos, meses depois Junior acabou se matriculando e não demorou muito para a esposa Lani, se render à eficiência da arte suave. “No começo é um pouco difícil até o corpo se acostumar, mas depois você se solta. A luta te dá um ânimo e te deixa mais para cima”, diz a lutadora e mãe.
Em casa a conversa gira em torno do jiu-jitsu e do vale-tudo o tempo todo. Não há espaço para nenhuma outra modalidade, muito menos, o futebol, a paixão nacional de todo brasileiro, garante o pai. “Discutimos as lutas passadas e apostamos em quem vai vencer as próximas”, diz Junior.
Nas competições, o pai e os filhos têm participações garantidas. Já a mãe ensaia a entrada no tatame nas próximas oportunidades. “Preciso treinar um pouco mais. Quem sabe um dia”, reflete desconversando. E se no mundo do jiu-jitsu a hegemonia da modalidade atende pelo nome Gracie, em Toyoake, começa, quem sabe, uma outra dinastia: Kawasaki.
Em Gifu, a situação se repete. Daniel Villalpando, 36, e o filho Kaue de 14, da cidade de Ogaki, apaixonados por artes marciais entraram na academia Gracie Oceania há um ano e meio. Desde então, compartilham a mesma graduação e colhem os benefícios do esporte no relacionamento familiar. “Estamos mais unidos e sentimos uma melhora também na auto-estima e na disciplina”, constata Villalpando. E Kaue, que não liga para o futebol, não vê a hora de mais um membro de sua família ingressar no jiu-jitsu. “Em 2011, meu irmão de quatro anos vai entrar também”, diz empolgado.
ADVERTÊNCA EM CASA
O companheiro de academia Everton Asao, 28, alerta, no entanto, para os desafios a serem superados por aqueles que se consideram amantes do esporte. Reconhecido pelos instrutores Andy Murasaki e Carlos Kazuo como “apoiador” e “incentivador” dos atletas por colaborar com o transporte (sogei) e nunca deixar os companheiros “na mão”, Asao que não costuma ser punido nas competições acabou tomando cartão amarelo dentro de casa. “Minha esposa de vez em quando briga comigo e já está quase perguntando. O jiu-jitsu ou eu?”, revela o atleta advertido que promete agora se comportar e se dedicar mais à família para evitar um segundo amarelo e o vermelho.
Fonte: http://www.ipcdigital.com/br/Esportes/Esportes-Comunidade/Paixao-por-lutas-faz-familias-trocarem-o-futebol-pelo-Jiu-Jitsu_14122010
“O Globo” destaca Jiu-Jitsu em Israel, com Royce e de la Riva
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Um dos jornais de maior circulação no Brasil, “O Globo” deu destaque ao Jiu-Jitsu nesta terça-feira. A matéria assinada por Daniela Kresh, que preenche quase uma página inteira do caderno de esportes da edição, comenta a explosão da modalidade em Israel, com destaque aos renomados faixas-pretas Royce Gracie e Ricardo de la Riva.
Atualmente Israel conta, segundo a reportagem, com aproximadamente 20 academias e estima-se que duas mil pessoas pratiquem Jiu-Jitsu, esporte que não para de crescer. Num país que vive a tensão dos conflitos no oriente médio, a arte suave, inclusive, serve como válvula de escape.
“A tensão aqui faz com que muita gente queira escapar através de uma arte marcial que não fica devendo a nenhuma outra, mas que remeta à cultura brasileira, admirada em Israel pela alegria de viver”, comenta Isaac Benasulin, angolano que viveu parte da vida no Brasil.
Mas o que despertou o interesse pelo estilo desenvolvido pela família Gracie foi realmente os resultados no MMA, com Royce Gracie, que conta com filiais no país. Foi assim que descobriu a modalidade um dos lutadores mais conhecidos de Israel, Ido Pariente. Depois de ver o desempenho do Gracie no UFC, em 1993, se apaixonou pelo Jiu-Jitsu.
“Pensei: “O que é isso? Preciso aprender!”. Eu e meus amigos começamos a imitar o que víamos nas fitas. Na época, ninguém sabia o que era Jiu-Jitsu em Israel. Hoje, não há um Campeonato Europeu em que Israel volte sem medalhas.”
4 de dez. de 2010
Fisionomia de menininha, Jiu-Jitsu de gente grande
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Não é errado dizer que Mackenzie Dern é mais um rosto bonito entre as meninas da arte suave. Entretanto, é bom levar em conta o antigo ditado “Quem vê cara, não vê coração”. Por trás da aparência delicada há uma lutadora agressiva, atleta das mais promissoras da nova geração.
Filho de peixe, peixinho é. O pai de Mackenzie é o faixa-preta Wellington Megaton, vencedor nas últimas cinco edições do Internacional de Masters e Seniors. Ao lado do pai coruja, a lutadora viaja pelo mundo treinando, competindo e vencendo. Depois de faturar o Mundial 2010, a estreia na faixa-roxa ocorreu no Rio Open, e foi em grande estilo.
“No Mundial, de faixa-azul, finalizei cinco lutas na categoria e fiquei em segundo lugar no absoluto. No Rio Open finalizei duas lutas na categoria e mais quatro no absoluto. Foi bom, né?!”, analisa Mackenzie, que segue os passos dos seus grandes ídolos.
“Me inspiro muito na Letícia Ribeiro e Beatriz Mesquita. Gosto muito da Ana Carolina Vidal. É Gracie Humaitá!”
Ao que tudo indica, o futuro ainda reserva muitas vitórias à lutadora. E projetos não faltam.
“Quero vencer sempre no absoluto e ir bem quando for faixa-preta, essas coisas. Quero muito, no futuro, abrir uma academia só para meninas. Acho que seria muito legal”, finaliza Mackenzie.
Quer conferir a fera em ação? Assista Mackenzie no Mundial 2010 no vídeo abaixo:
Fonte: http://www.graciemag.com/pt/2010/07/fisionomia-de-menininha-jiu-jitsu-de-gente-grande/
Filho de peixe, peixinho é. O pai de Mackenzie é o faixa-preta Wellington Megaton, vencedor nas últimas cinco edições do Internacional de Masters e Seniors. Ao lado do pai coruja, a lutadora viaja pelo mundo treinando, competindo e vencendo. Depois de faturar o Mundial 2010, a estreia na faixa-roxa ocorreu no Rio Open, e foi em grande estilo.
“No Mundial, de faixa-azul, finalizei cinco lutas na categoria e fiquei em segundo lugar no absoluto. No Rio Open finalizei duas lutas na categoria e mais quatro no absoluto. Foi bom, né?!”, analisa Mackenzie, que segue os passos dos seus grandes ídolos.
“Me inspiro muito na Letícia Ribeiro e Beatriz Mesquita. Gosto muito da Ana Carolina Vidal. É Gracie Humaitá!”
Ao que tudo indica, o futuro ainda reserva muitas vitórias à lutadora. E projetos não faltam.
“Quero vencer sempre no absoluto e ir bem quando for faixa-preta, essas coisas. Quero muito, no futuro, abrir uma academia só para meninas. Acho que seria muito legal”, finaliza Mackenzie.
Quer conferir a fera em ação? Assista Mackenzie no Mundial 2010 no vídeo abaixo:
Fonte: http://www.graciemag.com/pt/2010/07/fisionomia-de-menininha-jiu-jitsu-de-gente-grande/
30 de nov. de 2010
Enquanto esquenta para MMA, campeão ensina Jiu-Jitsu nos Emirados
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Marcos Oliveira é finalista do evento ADFC, em Abu Dhabi, que vai pagar o total de um milhão de dirhans. Mesmo assim, o faixa-preta não deixa de vestir o kimono, ainda mais se for para ajudar o “Escola-Jitsu”, que hoje leva a arte suave à 50 escolas.
O programa, dirigido pelo xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan, teve início com a participação de 14 colégios, no ano passado. O sucesso foi tanto que, com a adesão de diversas outras escolas, hoje 80 professores de Jiu-Jitsu atendem a demanda.
O Programa “Escola-Jitsu” tem como objetivo ensinar técnicas de autodefesa na forma correta e descobrir talentos para apoiar a equipe nacional dos Emirados Árabes Unidos. A meta também é tornar os alunos lutadores profissionais para representar o país em competições internacionais, para se ter uma noção da importância que o país dá à modalidade.
Entre os professores, devido ao sucesso do evento ADCF, Marcos Oliveira está entre os mais notados. O lutador fez a festa na aula introdutória que aconteceu na escola local Al Quram. Além disso, presenteou todos com um pôster autografado.
Agora Marcos já foca todas as atenções no próximo adversário, o russo Shamil Abdurahimov, em luta que acontece no dia 11 de março e define o grande campeão do ADCF.
21 de nov. de 2010
Rampage surpreso com a vitória: “Tenho que dar a revanche”
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Não é de hoje que o julgamento no UFC traz polêmica. Na edição 89 da revista NOCAUTE, o assunto foi amplamente debatido por feras como Mario Yamasaki, árbitro da organização. Na noite deste sábado, o julgamento novamente trouxe polêmica na luta em que Quinton Jackson bateu Lyoto Machida por decisão dividida.
Foram dois rounds muito parelhos, mas Lyoto levou ampla vantagem na última parcial. No entendimento dos jurados, Rampage foi um pouco melhor nas duas primeiras etapas, o que lhe deu vantagem na somatória.Ao ver seus braços erguidos, Jackson fez cara de surpresa e não escondeu o sentimento nas declarações.
“Machida acabou comigo, tenho que lhe dar a revanche”, comentou.
“Quinton é um grande campeão. Ele reconheceu a minha vitória, mas vamos para a próxima. Fiz o meu melhor, os árbitros estão aqui para julgar”, respondeu Lyoto.
Para Dana White, presidente da organização, o resultado foi justo. Não deu para o brasileiro Lyoto Machida no combate principal do UFC 123. Apesar de não convencerconvencer, o americano Quinton Rampage Jackson venceu a luta, disputada no início da madrugada deste domingo, por decisão divida dos juízes. Rampage levou a disputa com 29-28, 28-29, 29-28 e obteve a sua 31ª vitória no MMA (artes marciais mistas, na sigla em inglês), a sexta no UFC (Ultimate Fighting Championship).
Após a luta, o americano reconheceu que o brasileiro fez um grande trabalho e chegou a afirmar que achava justo fazer uma revanche. Machida também não ficou contente com a decisão dos juízes e, como o adversário, pediu um novo combate. Apesar do resultado, o ex-campeão sinalizou no terceiro round que o "Dragão" está de volta em atuação espetacular. Ele partiu pra cima do americano com uma série de socos, levou um contra-golpe, segurou firme e mesmo assim conseguiu derrubá-lo, mas sem tempo para a finalização.
Rampage se mostrou surpreso com a própria vitória. Antes do anúncio oficial, ele tinha levantado o braço do brasileiro, em reconhecimento à performance superior do adversário. Mas, Machida teve que se conformar, no entanto, com a sua segunda derrota seguida. No dia 9 de maio, ele foi nocauteado por um soco do compatriota Maurício Shogun Rua no primeiro assalto de uma luta que durou apenas três minutos e 35 segundos.
Fonte: http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2010/11/21/rampage-vence-brasileiro-lyoto-machida-em-decisao-polemica-no-ufc-123-923067799.asp / http://www.graciemag.com/pt/2010/11/rampage-surpreso-com-a-vitoria-%E2%80%9Ctenho-que-dar-a-revanche%E2%80%9D/
Rampage vence Lyoto em decisão polêmica
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Concorrente ao título de melhor evento do ano, o UFC 123 manteve os fãs brasileiros ligados madrugada adentro neste sábado. Principal atração da noite, o combate entre Lyoto Machida e Quinton “Rampage” Jackson correspondeu às expectativas, mas o final não foi o esperado. Depois de dois rounds muito parelhos, com o americano dominando o centro do octagon e o brasileiro respondendo no contra-ataque, Lyoto tomou conta do assalto final, castigando em pé e controlando a luta no solo.
Ao soar do gongo, até mesmo Rampage levantou os braços de Lyoto, reconhecendo sua superioridade, mas os jurados viram a luta de outra forma. Na decisão dividida, Rampage ficou com a vitória. “Você venceu”, disse Rampage a Lyoto logo após o anúncio oficial do resultado, reagindo com espanto com a própria vitória. “Machida acabou comigo (risos)... Eu tenho que lhe dar a revanche”, completou o americano, aplaudido pelos fãs na arena pelo gesto nobre.
Chateado, Lyoto elogiou a postura do oponente e se disse à vontade para uma segunda luta contra Rampage. "Quinton Jackson é um grande campeão, ele mesmo reconheceu a minha vitória, mas vamos para a próxima. Eu fiz o meu melhor, os árbitros estão aqui para julgar”, lamentou Machida, sentindo na pele a onda resultados polêmicos que vêm assolando o MMA, principalmente no UFC. Revanche a caminho?
BJ PENN ATROPELA HUGHES EM 21 SEGUNDOS
Considerado durante anos como o melhor peso leve do planeta, BJ Penn estava “perdido” na categoria após as duas derrotas para Frankie Edgar. A motivação que ele precisava era um tira-teima contra o ex-campeão Matt Hughes, contra quem já lutou duas vezes, vencendo apenas a primeira. De volta à categoria dos meio-médios, peso no qual se tornou campeão do UFC pela primeira vez, BJ deu show. Em apenas 21 segundos de luta, BJ mandou Hughes à lona com uma linda sequência de socos, faturando o nocaute mais rápido da noite e deixando os fãs enlouquecidos. Após a vitória, BJ saiu correndo do octagon, assim como fez quando nocauteou Caol Uno no UFC 34. Na época, o havaiano venceu por nocaute em apenas 11 segundos.
MAIQUEL FALCÃO DÁ SHOW NA ESTREIA
A equipe Chute Boxe precisava de uma grande atuação no UFC, principalmente após as derrotas de Vinícius Spartan e Alexandre Cacareco, e foi então que Maiquel Falcão, que estreou no evento após vencer sete seguidas no Brasil, apareceu. Impetuoso e agressivo, Maiquel engatou a rápida trocação e bateu bastante no chão, pegando as costas e atacando no mata-leão. Quando o gringo ia bater, porém, o round chegou ao fim. Falcão manteve o ritmo no segundo assalto, dominando completamente a luta. Após o morno terceiro round, os jurados deram a Falcão sua vitória na estreia no UFC.
KIMURAS ABREM O SHOW EM GRANDE ESTILO
O grego George Sotiropoulos mostrou seu jogo de chão afiado diante de mais um duro oponente no UFC. Contra o peso leve Joe Lauzon, Sotiropoulos travou um primeiro round agitadíssimo, recheado de raspagens no chão e trocação em pé. Assim que começou a segunda parcial, George dominou a luta em pé, acertando socos no corpo e joelhadas no clinche. Conseguindo levar a luta para o chão, Sotiropoulos passou por cima de Lauzon, atacando o braço e finalizando com uma kimura em pouco mais de dois minutos de combate, conquistando sua sétima vitória consecutiva.
Na luta seguinte, o promissor Phil Davis anotou mais uma vitória para o seu currículo. Chegando ao oitavo triunfo consecutivo, o americano dominou a trocação no primeiro round e mostrou o jogo de chão afiadíssimo no segundo assalto. Assim como na luta entre Sotiropoulos e Lauzon, Phil encerrou a luta com uma kimura no segundo assalto, mas o jeito com que ele chegou à posição foi bem diferente. Tim Boetsch, seu oponente no UFC 123, usava a grade para defender o braço, mas Phil abandonou a montada para atacar o braço por trás de Tim, que gritou e deu os três tapinhas.
EDSON JUNIOR NOCAUTEIA NAS PRELIMINARES
O striker brasileiro Edson Junior fez sua estreia no UFC após vencer as seis lutas anteriores, e mostrou o Muay Thai afiado contra Mike Lullo, que foi convocado em cima da hora para o duelo. Dominando o combate em pé, Edson abusou dos low kicks para minar as pernas do adversário, que terminou o segundo round exausto. Com apenas 26 segundos da etapa final, tempo necessário para acertar três chutes, o brasileiro sacramentou a vitória ao melhor estilo Pedro Rizzo, vencendo por nocaute técnico em sua estreia no Ultimate.
De volta ao UFC após uma saída polêmica, com direito a demissão via Twitter, Karo Parysian acabou derrotado rapidamente por Dennis Hallman. Karo defendeu a queda logo de início e chegou a acertar um gancho, mas Dennis respondeu com um cruzado de direita que nocauteou Parysian. Dennis castigou no chão e o árbitro decidiu interromper o duelo com menos de dois minutos. Mark Muñoz, que já treinou com os Nogueiras, Anderson Silva, Renato Babalu e Rafael cordeiro, bateu Aaron Simpson na decisão.
Pupilo do brasileiro Marcelo Brigadeiro, que dá aulas de Luta Livre na Inglaterra, Paul Kelly fez bonito entre as lutas preliminares. Melhor no primeiro assalto, o gringo liquidou a fatura na segunda etapa, encaixando o crucifixo e castigando com socos e cotoveladas, vencendo por nocaute técnico. Na primeira luta da noite, o experiente Tyson Griffin travou uma luta dura com Nik Lentz e, apesar de ter sido superior no combate, acabou derrotado na decisão dividida. Com três derrotas, ele deve perder o emprego no Ultimate.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 123
Michigan, Estados Unidos
Sábado, 20 de novembro de 2010
Card principal:
- Quinton “Rampage” Jackson derrotou Lyoto Machida na decisão dividida dos juízes;
- BJ Penn nocauteou Matt Hughes a 21s do 1R;
- Maiquel Falcão derrotou Gerald Harris na decisão unânime dos juízes;
- Phil Davis finalizou Tim Boetsch com uma kimura a 2min55s no 2R;
- George Sotiropoulos finalizou Joe Lauzon com uma kimura a 2min43s no 2R;
Card preliminar:
- Brian Foster finalizou Matt Brown com uma guilhotina a 2min11s do 2R;
- Mark Muñoz derrotou Aaron Simpson na decisão unânime dos juízes;
- Dennis Hallman derrotou Karo Parisyan por nocaute técnico a 1min47s do 1R;
- Edson Junior derrotou Mike Lullo por nocaute técnico a 26s do 3R;
- Paul Kelly derrotou TJ O’Brien por nocaute técnico a 3min16s do 2R;
- Nik Lentz derrotou Tyson Griffin na decisão dividida dos juízes.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/11/20/Lyoto-x-Rampage-tempo-real-na-TATAME
Ao soar do gongo, até mesmo Rampage levantou os braços de Lyoto, reconhecendo sua superioridade, mas os jurados viram a luta de outra forma. Na decisão dividida, Rampage ficou com a vitória. “Você venceu”, disse Rampage a Lyoto logo após o anúncio oficial do resultado, reagindo com espanto com a própria vitória. “Machida acabou comigo (risos)... Eu tenho que lhe dar a revanche”, completou o americano, aplaudido pelos fãs na arena pelo gesto nobre.
Chateado, Lyoto elogiou a postura do oponente e se disse à vontade para uma segunda luta contra Rampage. "Quinton Jackson é um grande campeão, ele mesmo reconheceu a minha vitória, mas vamos para a próxima. Eu fiz o meu melhor, os árbitros estão aqui para julgar”, lamentou Machida, sentindo na pele a onda resultados polêmicos que vêm assolando o MMA, principalmente no UFC. Revanche a caminho?
BJ PENN ATROPELA HUGHES EM 21 SEGUNDOS
Considerado durante anos como o melhor peso leve do planeta, BJ Penn estava “perdido” na categoria após as duas derrotas para Frankie Edgar. A motivação que ele precisava era um tira-teima contra o ex-campeão Matt Hughes, contra quem já lutou duas vezes, vencendo apenas a primeira. De volta à categoria dos meio-médios, peso no qual se tornou campeão do UFC pela primeira vez, BJ deu show. Em apenas 21 segundos de luta, BJ mandou Hughes à lona com uma linda sequência de socos, faturando o nocaute mais rápido da noite e deixando os fãs enlouquecidos. Após a vitória, BJ saiu correndo do octagon, assim como fez quando nocauteou Caol Uno no UFC 34. Na época, o havaiano venceu por nocaute em apenas 11 segundos.
MAIQUEL FALCÃO DÁ SHOW NA ESTREIA
A equipe Chute Boxe precisava de uma grande atuação no UFC, principalmente após as derrotas de Vinícius Spartan e Alexandre Cacareco, e foi então que Maiquel Falcão, que estreou no evento após vencer sete seguidas no Brasil, apareceu. Impetuoso e agressivo, Maiquel engatou a rápida trocação e bateu bastante no chão, pegando as costas e atacando no mata-leão. Quando o gringo ia bater, porém, o round chegou ao fim. Falcão manteve o ritmo no segundo assalto, dominando completamente a luta. Após o morno terceiro round, os jurados deram a Falcão sua vitória na estreia no UFC.
KIMURAS ABREM O SHOW EM GRANDE ESTILO
O grego George Sotiropoulos mostrou seu jogo de chão afiado diante de mais um duro oponente no UFC. Contra o peso leve Joe Lauzon, Sotiropoulos travou um primeiro round agitadíssimo, recheado de raspagens no chão e trocação em pé. Assim que começou a segunda parcial, George dominou a luta em pé, acertando socos no corpo e joelhadas no clinche. Conseguindo levar a luta para o chão, Sotiropoulos passou por cima de Lauzon, atacando o braço e finalizando com uma kimura em pouco mais de dois minutos de combate, conquistando sua sétima vitória consecutiva.
Na luta seguinte, o promissor Phil Davis anotou mais uma vitória para o seu currículo. Chegando ao oitavo triunfo consecutivo, o americano dominou a trocação no primeiro round e mostrou o jogo de chão afiadíssimo no segundo assalto. Assim como na luta entre Sotiropoulos e Lauzon, Phil encerrou a luta com uma kimura no segundo assalto, mas o jeito com que ele chegou à posição foi bem diferente. Tim Boetsch, seu oponente no UFC 123, usava a grade para defender o braço, mas Phil abandonou a montada para atacar o braço por trás de Tim, que gritou e deu os três tapinhas.
EDSON JUNIOR NOCAUTEIA NAS PRELIMINARES
O striker brasileiro Edson Junior fez sua estreia no UFC após vencer as seis lutas anteriores, e mostrou o Muay Thai afiado contra Mike Lullo, que foi convocado em cima da hora para o duelo. Dominando o combate em pé, Edson abusou dos low kicks para minar as pernas do adversário, que terminou o segundo round exausto. Com apenas 26 segundos da etapa final, tempo necessário para acertar três chutes, o brasileiro sacramentou a vitória ao melhor estilo Pedro Rizzo, vencendo por nocaute técnico em sua estreia no Ultimate.
De volta ao UFC após uma saída polêmica, com direito a demissão via Twitter, Karo Parysian acabou derrotado rapidamente por Dennis Hallman. Karo defendeu a queda logo de início e chegou a acertar um gancho, mas Dennis respondeu com um cruzado de direita que nocauteou Parysian. Dennis castigou no chão e o árbitro decidiu interromper o duelo com menos de dois minutos. Mark Muñoz, que já treinou com os Nogueiras, Anderson Silva, Renato Babalu e Rafael cordeiro, bateu Aaron Simpson na decisão.
Pupilo do brasileiro Marcelo Brigadeiro, que dá aulas de Luta Livre na Inglaterra, Paul Kelly fez bonito entre as lutas preliminares. Melhor no primeiro assalto, o gringo liquidou a fatura na segunda etapa, encaixando o crucifixo e castigando com socos e cotoveladas, vencendo por nocaute técnico. Na primeira luta da noite, o experiente Tyson Griffin travou uma luta dura com Nik Lentz e, apesar de ter sido superior no combate, acabou derrotado na decisão dividida. Com três derrotas, ele deve perder o emprego no Ultimate.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 123
Michigan, Estados Unidos
Sábado, 20 de novembro de 2010
Card principal:
- Quinton “Rampage” Jackson derrotou Lyoto Machida na decisão dividida dos juízes;
- BJ Penn nocauteou Matt Hughes a 21s do 1R;
- Maiquel Falcão derrotou Gerald Harris na decisão unânime dos juízes;
- Phil Davis finalizou Tim Boetsch com uma kimura a 2min55s no 2R;
- George Sotiropoulos finalizou Joe Lauzon com uma kimura a 2min43s no 2R;
Card preliminar:
- Brian Foster finalizou Matt Brown com uma guilhotina a 2min11s do 2R;
- Mark Muñoz derrotou Aaron Simpson na decisão unânime dos juízes;
- Dennis Hallman derrotou Karo Parisyan por nocaute técnico a 1min47s do 1R;
- Edson Junior derrotou Mike Lullo por nocaute técnico a 26s do 3R;
- Paul Kelly derrotou TJ O’Brien por nocaute técnico a 3min16s do 2R;
- Nik Lentz derrotou Tyson Griffin na decisão dividida dos juízes.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/11/20/Lyoto-x-Rampage-tempo-real-na-TATAME
19 de nov. de 2010
UFC 123: Estreante e no card principal, Falcão promete nada menos que o nocaute
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Com 21 nocautes e três finalizações nas 25 vitórias (apenas três derrotas), Maiquel Falcão estreia no UFC e está focado, no momento, em nocautear os adversários. Membro da tradicional Chute Boxe, time que lançou feras como Maurício Shogun e Anderson Silva, hoje campeões do Ultimate, o lutador vai dar o primeiro passo dentro do octagon contra Gerald Harris, e no card principal do UFC 123, neste sábado, em Detroit.
“Comecei no boxe porque era uma forma de liberar minha energia. Tinha alguns problemas pessoais e eu encontrei no boxe uma maneira de manter a disciplina e a habilidade de ficar longe das coisas erradas”.
Antes de chegar à Chute Boxe e, posteriormente, no UFC, Falcão dividia a vida entre os treinos, lutas e trabalho. Agora, o lutador almeja grandes metas.
“Agora sou realmente um profissional, luto pelo UFC e isso faz toda a diferença na vida de um atleta. Quando estiver no momento certo, estarei pronto para me tornar campeão. A Chute Boxe formou vários campeões e eu serei mais um”, garante.
Primeiro, será preciso passar por um lutador que não é brincadeira. Gerald Harris é um wrestler com 10 vitórias consecutivas, sendo nove por finalização ou nocaute.
“Eu não vejo superioridade por ele ter três lutas no UFC. Depois que entramos na cage, sou eu e ele. As pessoas estão falando sobre suas conquistas (a sequência de nocautes), mas no dia 20 de novembro é a minha vez de trabalhar, algo que eu já venho fazendo mais vezes do que ele. Minha missão é vencer a luta, meu foco é nocauteá-lo”, encerra o estreante.
Confira o card:
UFC 123
Detroit, Michigan, EUA
Dia 20 de novembro de 2010
Quinton “Rampage” Jackson x Lyoto Machida
Matt Hughes x BJ Penn
Joe Lauzon x George Sotiropoulos
Tim Boetsch x Phil Davis
Maiquel Falcão x Gerald Harris
Matt Brown x Brian Foster
Mark Munoz x Aaron Simpson
Dennis Hallman x Karo Parisyan
Edson Barboza x Mike Lullo
Paul Kelly x T.J. O’Brien
Nik Lentz x Tyson Griffin
Fonte: http://www.graciemag.com/pt/2010/11/ufc-123-estreante-e-no-card-principal-falcao-promete-nada-menos-que-o-nocaute/
“Comecei no boxe porque era uma forma de liberar minha energia. Tinha alguns problemas pessoais e eu encontrei no boxe uma maneira de manter a disciplina e a habilidade de ficar longe das coisas erradas”.
Antes de chegar à Chute Boxe e, posteriormente, no UFC, Falcão dividia a vida entre os treinos, lutas e trabalho. Agora, o lutador almeja grandes metas.
“Agora sou realmente um profissional, luto pelo UFC e isso faz toda a diferença na vida de um atleta. Quando estiver no momento certo, estarei pronto para me tornar campeão. A Chute Boxe formou vários campeões e eu serei mais um”, garante.
Primeiro, será preciso passar por um lutador que não é brincadeira. Gerald Harris é um wrestler com 10 vitórias consecutivas, sendo nove por finalização ou nocaute.
“Eu não vejo superioridade por ele ter três lutas no UFC. Depois que entramos na cage, sou eu e ele. As pessoas estão falando sobre suas conquistas (a sequência de nocautes), mas no dia 20 de novembro é a minha vez de trabalhar, algo que eu já venho fazendo mais vezes do que ele. Minha missão é vencer a luta, meu foco é nocauteá-lo”, encerra o estreante.
Confira o card:
UFC 123
Detroit, Michigan, EUA
Dia 20 de novembro de 2010
Quinton “Rampage” Jackson x Lyoto Machida
Matt Hughes x BJ Penn
Joe Lauzon x George Sotiropoulos
Tim Boetsch x Phil Davis
Maiquel Falcão x Gerald Harris
Matt Brown x Brian Foster
Mark Munoz x Aaron Simpson
Dennis Hallman x Karo Parisyan
Edson Barboza x Mike Lullo
Paul Kelly x T.J. O’Brien
Nik Lentz x Tyson Griffin
Fonte: http://www.graciemag.com/pt/2010/11/ufc-123-estreante-e-no-card-principal-falcao-promete-nada-menos-que-o-nocaute/
UFC 123 Rampage X Lyoto Machida
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Menos de um ano atrás, Lyoto Machida era um dos principais alvos dos holofotes do MMA com um estilo próprio vindo do caratê e o cinturão dos pesos meio-pesados a tira colo. Agora, já sem o título, ele retorna ao UFC após sua primeira derrota na carreira e assume: a pressão é menor após o fim da invencibilidade. Quinton ‘Rampage’ Jackson será o primeiro desafio para Lyoto tentar retomar a ‘Era Machida’ no evento.
O brasileiro vem da derrota para seu compatriota Maurício Shogun em maio desde ano, quando perdeu o cinturão do Ultimate. Agora, fará contra Rampage um duelo de ex-campeões do meio-pesados do UFC na luta principal da edição 123, que acontece neste sábado, a partir das 00h (de Brasília), na cidade norte-americana de Detroit.
“A verdade é que sempre há pressão quando se vai para uma luta, principalmente no estágio em que minha carreira está. Mas sinto que parte dessa pressão saiu das minhas costas depois da derrota. Meus fãs levavam para mim uma aura de invencibilidade que eu sentia. Sabia que a derrota uma hora chegaria”, explicou o carateca brasileiro.
Mas nesse momento, o foco é voltar ao topo da categoria que é apontada como umas das equilibradas do UFC. Lyoto evita falar em cinturão, mas aponta Quinto Jackson como rival ideal para voltar a disputar o título. “Será um grande encontro de estilos. Rampage é conhecido por sua agressividade, luta muito bem em pé. Com certeza será uma grande luta e ele é um adversário importante para ficar bem no ranking.”
Do outro lado, Rampage mantém o seu estilo falastrão. Um dos lutadores mais conhecidos do MMA, foi vice-campeão dos médios do extinto Pride e campeão dos meio-pesados do UFC em 2007. No entanto, não passa por seu melhor momento. Depois de ficar mais de um ano longe do octógono para trabalhar como ator de cinema, perdeu para Rashad Evans em maio em seu retorno.
Depois de pedir para não enfrentar o brasileiro, Rampage mudou de ideia, mas não mudou sua postura. “Descreveria o estilo dele com uma palavra: chato. Não mudei e não mudaria nada no meu treino para essa luta. Tenho o verdadeiro espírito do guerreiro e as pessoas vão ver o meu estilo de sempre. Quero dar um verdadeiro show.”
Ciente das críticas feitas por seu adversário, Lyoto não perdeu a linha e apostou em seu 'Machida Karate' para conseguir a 17ª vitória de sua carreira. “Todo mundo tem uma opinião. Meu estilo me fez campeão do UFC. Com quem converso me fala para manter meu estilo e é com ele que me sinto confortável no octógono”, afirmou
Fonte: http://esporte.uol.com.br/lutas/vale-tudo/ultimas-noticias/2010/11/19/sem-pressao-e-holofotes-lyoto-tenta-retomar-era-machida-no-ufc-123.jhtm
16 de nov. de 2010
30 de out. de 2010
Entrevista: Kyra Gracie
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Dificilmente alguém pensa em jiu-jitsu brasileiro sem se lembrar de um Gracie. A arte marcial criada e desenvolvida pelos patriarcas Carlos e Hélio segue como grande legado da família e com Kyra não é diferente. Aos 25 anos, ela é a mais famosa lutadora dentre as mulheres do clã e já está ciente da responsabilidade que tem.
“Sempre querem que um Gracie seja o melhor. Já estou acostumada com isso, pois desde pequena é assim”, explicou Kyra Gracie ao UOL Esporte. Mais que isso, ela assumiu o papel de embaixadora do jiu-jitsu entre as mulheres. O plano é muito simples: quer usar toda sua visibilidade para ajudar no crescimento do esporte. “Quero mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas.”
“Sempre querem que um Gracie seja o melhor. Já estou acostumada com isso, pois desde pequena é assim”, explicou Kyra Gracie ao UOL Esporte. Mais que isso, ela assumiu o papel de embaixadora do jiu-jitsu entre as mulheres. O plano é muito simples: quer usar toda sua visibilidade para ajudar no crescimento do esporte. “Quero mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas.”
Para isso, ela tem um trunfo na manga, além de sua qualidade técnica – ela já é bicampeã mundial, penta pan-americana e penta brasileira, além de bi mundial sem quimono. Kyra até tenta fugir do estigma, mas reconhece: é uma das musas do esporte brasileiro. “Toda mulher gosta de elogios. Lógico que tem esse lado, mas meu primeiro plano é ser lutadora e estou me esforçando para isso”, explicou.
Bisneta de Carlos Gracie, sobrinha-neta de Carlson Gracie e sobrinha de Renzo Gracie, Kyra ainda fala na entrevista exclusiva abaixo sobre os planos de sua carreira, uma possível mudança para o MMA, da relação com sua família e ainda conta como usa o jiu-jitsu para se livrar de engraçadinhos nas baladas.
Como você está agora?
Kyra Gracie - Meu último campeonato foi o Mundial, em junho, mas machuquei o joelho. Estou com um estiramento no ligamento não posso competi. Volto em janeiro, que já tem o Europeu, depois vem Pan-Americano, Brasileiro e o Mundial em seguida.
Você está lutando sem quimono também?
Luto submission apenas no ADCC (Abu Dhabi Combat Club, maior evento do mundo na modalidade), que é de dois em dois anos. Ganhei duas edições, mas fiquei de fora da última por causa de uma lesão. Ano que vem tem e novo e pretendo competir.
Luto submission apenas no ADCC (Abu Dhabi Combat Club, maior evento do mundo na modalidade), que é de dois em dois anos. Ganhei duas edições, mas fiquei de fora da última por causa de uma lesão. Ano que vem tem e novo e pretendo competir.
Como estão seus planos de lutar MMA?
Na verdade, o MMA feminino está crescendo muito. Venho treinando boxe há algum tempo e tive algumas propostas de eventos nos Estados Unidos, que estou estudando. Não tem nada certo, mas esse crescimento mexe comigo. Quem sabe uma boa oportunidade pode fazer eu me decidir de vez.
Na verdade, o MMA feminino está crescendo muito. Venho treinando boxe há algum tempo e tive algumas propostas de eventos nos Estados Unidos, que estou estudando. Não tem nada certo, mas esse crescimento mexe comigo. Quem sabe uma boa oportunidade pode fazer eu me decidir de vez.
Como é o peso de carregar o sobrenome Gracie?
Na verdade, quando eu vou lutar, tento não aumentar a pressão sobre mim, mas é claro que a expectativa é maior. Sempre querem que um Gracie seja o melhor. Já estou acostumada com isso, pois desde pequena é assim. Por isso penso que tenho de dar o exemplo, mostrar que somos donos do esporte. Tenho essa responsabilidade. Ali não sou só a Kyra, sou toda uma família que já passou pelo tatame.
Na verdade, quando eu vou lutar, tento não aumentar a pressão sobre mim, mas é claro que a expectativa é maior. Sempre querem que um Gracie seja o melhor. Já estou acostumada com isso, pois desde pequena é assim. Por isso penso que tenho de dar o exemplo, mostrar que somos donos do esporte. Tenho essa responsabilidade. Ali não sou só a Kyra, sou toda uma família que já passou pelo tatame.
Isso é só com você, ou toda sua família sente o mesmo?
Todo mundo da família sente isso, mas nos acostumamos. Tentamos não por tanta pressão. Mas essa adrenalina é algo que aprendemos a conviver desde pequenos e tentamos melhorar nosso rendimento com isso.
Todo mundo da família sente isso, mas nos acostumamos. Tentamos não por tanta pressão. Mas essa adrenalina é algo que aprendemos a conviver desde pequenos e tentamos melhorar nosso rendimento com isso.
Você está em alta na mídia e é praticamente a única lutadora que aparece. Como você vê essa posição de embaixadora das lutas entre as mulheres?
Esse é um ponto muito importante para mim. Na verdade, o jiu-jitsu feminino não tinha espaço nem na mídia especializada, não tinha crédito nenhum. Quando comecei a lutar profissionalmente, até por ser uma Gracie, meu objetivo foi aproveitar essa mídia, passar uma crítica sobre tudo isso, mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas.
Esse é um ponto muito importante para mim. Na verdade, o jiu-jitsu feminino não tinha espaço nem na mídia especializada, não tinha crédito nenhum. Quando comecei a lutar profissionalmente, até por ser uma Gracie, meu objetivo foi aproveitar essa mídia, passar uma crítica sobre tudo isso, mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas.
Como é para você ser apontada como musa do esporte?
(Muitos risos) Acho que toda mulher gosta de elogios, faz bem para o ego. Mas não quero que isso seja prioridade na minha vida, não quero ser lembrada primeiramente por isso. Lógico que tem esse lado, mas meu primeiro plano é ser lutadora e estou me esforçando para isso.
(Muitos risos) Acho que toda mulher gosta de elogios, faz bem para o ego. Mas não quero que isso seja prioridade na minha vida, não quero ser lembrada primeiramente por isso. Lógico que tem esse lado, mas meu primeiro plano é ser lutadora e estou me esforçando para isso.
E já recebeu alguma proposta para posar nua?
Meus tios me matariam! (Gargalhadas)
Meus tios me matariam! (Gargalhadas)
Falando em tios, os Gracie continuam muito unidos?
Com certeza e nem teria como ser diferente. Todo mundo trabalha com a mesma coisa, meus tios e primos mais velhos são meus treinadores, sempre estamos juntos, assistimos competições, no córner um do outro. Por sermos do mesmo meio, aproveitamos toda a experiência que podemos transmitir uns para os outros.
Com certeza e nem teria como ser diferente. Todo mundo trabalha com a mesma coisa, meus tios e primos mais velhos são meus treinadores, sempre estamos juntos, assistimos competições, no córner um do outro. Por sermos do mesmo meio, aproveitamos toda a experiência que podemos transmitir uns para os outros.
Mas entre as mulheres da família, você segue sendo a única lutando profissionalmente, não?
Todo Gracie sabe alguma coisa de jiu-jitsu ou já treinou em algum momento na vida. Eu comecei aos poucos também, mas no início, os meninos não me incentivam. Comecei vendo minha mãe treinando, mas depois ela parou e eu continuei. Escutava eles falando para eu largar, deixar isso com eles, mas agora são meus maiores incentivadores!
Todo Gracie sabe alguma coisa de jiu-jitsu ou já treinou em algum momento na vida. Eu comecei aos poucos também, mas no início, os meninos não me incentivam. Comecei vendo minha mãe treinando, mas depois ela parou e eu continuei. Escutava eles falando para eu largar, deixar isso com eles, mas agora são meus maiores incentivadores!
Então você é um exemplo na família?
Hoje em dia, já tem outras mulheres da família treinando. Espero realmente ter conseguido mostrar que uma mulher da família também pode carregar esse sobrenome. Vejo primas minhas mais novas treinando, umas tias... Espero que daqui algum tempo possam surgir novas Kyrazinhas (risos).
Hoje em dia, já tem outras mulheres da família treinando. Espero realmente ter conseguido mostrar que uma mulher da família também pode carregar esse sobrenome. Vejo primas minhas mais novas treinando, umas tias... Espero que daqui algum tempo possam surgir novas Kyrazinhas (risos).
Uma curiosidade: Você já precisou usar algum golpe de jiu-jitsu contra algum rapaz mais abusado?
(Risos) Aqui no Rio de Janeiro, quando você vai em alguma festa ou balada, o pessoal tem mania de te segurar pelo braço, para conversar à força, te agarrar, te beijar... Eu tenho um movimento de defesa pessoal, que é uma defesa de pegada, que sempre uso quando preciso sair desse tipo de situação. Já até ensinei para as minhas amigas. Pessoal está esperto, mas sempre aparece um desavisado... (mais risos)
(Risos) Aqui no Rio de Janeiro, quando você vai em alguma festa ou balada, o pessoal tem mania de te segurar pelo braço, para conversar à força, te agarrar, te beijar... Eu tenho um movimento de defesa pessoal, que é uma defesa de pegada, que sempre uso quando preciso sair desse tipo de situação. Já até ensinei para as minhas amigas. Pessoal está esperto, mas sempre aparece um desavisado... (mais risos)
Orelha de Couve Flor
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Os lutadores de Jiu-Jitsu (Judô, boxe, etc…) podem desenvolver uma deformação na orelha externa ( pavilhão auricular) que os médicos chamam de Hematoma Auricular. Popularmente, as pessoas costumam chamar de “orelha de couve-flor” (em inglês “cauliflower ear“).
Para entender melhor, precisamos conhecer a orelha. Nossa orelha é formada por uma lâmina de cartilagem elástica de formato irregular, recoberta por uma fina camada de pele. Entre a pele e a cartilagem existe ainda ou camada de tecido conjuntivo chamada de pericôndrio, que é responsável pela “nutrição” da cartilagem.
Os atritos e esmagamentos constantes sofridos nas orelhas durante treinos e lutas (contra o chão, o braço do adversário, e outros) provocam um hematoma entre a cartilagem e o pericôndrio. É comum a inflamação do naquele espaço em função do trauma. A falta de suprimento sanguíneo pode conduzir a uma necrose que resulta em reação fibrosa severa, ou seja, uma “nova” cartilagem é construída para preencher aquele espaço lesionado. Cada vez que ocorre a inflamação, um pouco de cartilagem se forma. Assim, a orelha de couve-flor torna-se inevitável.
Para prevenir esta inflamação, é preciso que o sangue acumulado após a luta seja drenado o quanto antes. Caso contrário só restará a cirurgia plástica e, mesmo assim, é muito difícil conseguir recuperar o formato original. A orelha em couve-flor se tornou marca registrada dos lutadores que entrou na moda, a ponto de alguns praticantes usarem alicates para acelerar o processo de deformação. Tem louco pra tudo!
Fonte: http://diariodebiologia.com/2010/06/o-que-causa-deformacao-na-orelha-dos-lutadores-de-jiu-jitsu/
Para entender melhor, precisamos conhecer a orelha. Nossa orelha é formada por uma lâmina de cartilagem elástica de formato irregular, recoberta por uma fina camada de pele. Entre a pele e a cartilagem existe ainda ou camada de tecido conjuntivo chamada de pericôndrio, que é responsável pela “nutrição” da cartilagem.
Os atritos e esmagamentos constantes sofridos nas orelhas durante treinos e lutas (contra o chão, o braço do adversário, e outros) provocam um hematoma entre a cartilagem e o pericôndrio. É comum a inflamação do naquele espaço em função do trauma. A falta de suprimento sanguíneo pode conduzir a uma necrose que resulta em reação fibrosa severa, ou seja, uma “nova” cartilagem é construída para preencher aquele espaço lesionado. Cada vez que ocorre a inflamação, um pouco de cartilagem se forma. Assim, a orelha de couve-flor torna-se inevitável.
Para prevenir esta inflamação, é preciso que o sangue acumulado após a luta seja drenado o quanto antes. Caso contrário só restará a cirurgia plástica e, mesmo assim, é muito difícil conseguir recuperar o formato original. A orelha em couve-flor se tornou marca registrada dos lutadores que entrou na moda, a ponto de alguns praticantes usarem alicates para acelerar o processo de deformação. Tem louco pra tudo!
Fonte: http://diariodebiologia.com/2010/06/o-que-causa-deformacao-na-orelha-dos-lutadores-de-jiu-jitsu/
29 de out. de 2010
Dana White anuncia fusão entre UFC e WEC
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Com a fusão, a primeira grande novidade é que, agora, José Aldo é o campeão peso pena do UFC. “A hora é a melhor possível. Com o UFC crescendo globalmente, faz sentido trazer essas categorias mais leves. Sabemos que as lutas dos mais leves são excitantes... Me diga a última vez que você viu uma luta entediante no WEC. E aumentamos a promoção do evento enquanto crescíamos o evento pelo mundo todo”, conta Dana White.
Na entrevista, Dana garantiu que nenhum atleta perderá seu emprego com a mudança, e revelou ainda que José Aldo já deve fazer sua primeira defesa de título logo em janeiro. Dana não revelou o oponente nem a data, mas o campeão já revelou que o seu oponente será Mark Hominick. Com duas edições programadas até o final do ano, o WEC dá seu adeus oficial no dia 16 de dezembro, com o WEC 53.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/10/28/Dana-White-anuncia-fusao-entre-UFC-e-WEC
26 de out. de 2010
Shogun topa luta contra Couture
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Em entrevista à repórter Karyn Bryant, do site MMAHeat.com, Randy Couture mantém incerto o futuro no MMA. Entretanto, o ex-campeão de duas categorias do UFC não esconde a vontade de encarar as grandes pedreiras da organização no peso meio-pesado, entre elas o atual campeão Maurício Shogun.
Shogun, que se recupera de uma cirurgia no joelho, deve ter Rashad Evans pela frente na volta ao octagon, em 2011. No entanto, ficou lisonjeado com o interesse do “The Natural” em enfrentá-lo:
“Também gostaria muito de lutar contra o Randy Couture, uma lenda do MMA”, disse no seu Twitter.
24 de out. de 2010
Oração do Jiu-Jitsu
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Abençoado seja a nossa luta,
Fortificai ao nosso treino,
E que seja eu mais forte do que o meu adversário,
Assim na raspagem como na imobilização,
Kimono meu de cada dia, não rasgai hoje!
Perdoai os nossos triângulos maus feitos,
Assim no treino como nos campeonatos,
Não deixeis cair em finalização!
Mas livrai-me do arm-lock aéreo
AMEM…
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