EDUARDO RICCI JIU JITSU MARINGÁ

22 de out. de 2010

Cuidados com seu Kimono de Jiu Jitsu


Cuidados com seu Kimono de Jiu Jitsu
Aqui estão algumas informações úteis que nós reunimos de muitos fabricantes de Kimono de Jiu Jitsu, alguns deles tem mais de 30 anos de experiência produzir kimonos, vamos nos aproveitar dessa experiência!
Dicas
Um kimono de Jiu Jitsu irá durar alguns anos se for tratado com respeito. Siga estas sugestões e seu equipamento e seu bolso irão agradecer.
  • Pendure seu kimono depois de cada treino.
  • NUNCA deixe ele embolado ou dentro de sua bolsa.
  • Vire o kimono do avesso na hora de lavar.
  • Não use alvejante nem detergente com alvejante.
  • Lave seu kimono antes que ele começe a cheirar mal.
Lavando seu kimono de Jiu Jitsu
Sempre lave seu kimono em água fria somente. Isto ajudará a tirar manchas de sangue, suor e materiais tingidos. (Água quente irá fixar essas sujeiras no kimono). Se precisar usar secadora, use em ciclo baixo, tenha sempre em mente que a máquina de secar poderá aumentar o encolhimento do seu kimono. Secar o kimono naturalmente irá aumentar a vida útil dele.
Lembre-se, kimono limpo demonstra respeito ao mestre, aos seus parceiros de treino e a você mesmo.

Esquisito treina com Dan Henderson para o Mundial Sem Kimono

O Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono acontecerá no ginásio State University Long Beach, na Califórnia (EUA), no dia 7 de novembro, com grandes nomes da luta mundial. O Amazonas, como sempre, tem seu representante na competição. O faixa preta Carlos Holanda “Esquisito”, como conta o colaborador Arthur Castro, já se encontra em solo americano para aperfeiçoar seus treinos.

Para essa missão, Esquisito não foi sozinho, ele está acompanhado do amigo Mario Israel. Juntos eles percorrem as badaladas academias de Los Angeles, e dessa vez foram conferir os treinos no CT do lutador do Strikeforce Dan Henderson, que é treinado pelo faixa-preta de Jiu-Jitsu da CheckMat Ricardo “Pantcho” Feliciano.

O campeão de duas categorias do extinto Pride fez um treino com Esquisito e passou dicas do seu poderoso wrestling para o faixa-preta aplicar nas lutas sem pano. Que reforço!

Fonte: http://www.graciemag.com/pt/2010/10/esquisito-treina-com-dan-henderson-para-o-mundial-sem-kimono/

18 de out. de 2010

Um Mallandro no tatame

“Quem está desesperado?” gritava barulhento o apresentador de programa infantil toda manhã, em frente a três portas numeradas, para delírio da criançada. Muita gente não sabe, mas Sérgio Mallandro já deixava muita gente com a língua pra fora antes mesmo de inventar o “Glu-Glu”. Sob a supervisão de Carlson Gracie, o Mallandro treinou Jiu-Jítsu na década de 80 ao lado de expoentes do esporte, como Fernando Pinduka, Wallid Ismail, os atuais líderes da BrazilianTop Team Murilo Bustamante e Bebeo Duarte e aprontava das suas na praia.“O mestre pedia pra gente divulgar o Jiu-Jítsu entre os amigos e sempre aparecíamos com alguém novo na academia, disposto a aprender o Jiu-Jítsu”, conta o hilário faixa-marrom de Carlson Gracie.


Você foi graduado pelo Carlson faixa-marrom...

Fui o sexto aluno do Carlson, lá na Figueiredo (Rua Figueiredo Magalhães, em Copacabana RJ), local da antiga sede da Carlson). Na época, treinávamos eu, o Pinduka, o Fábio Macieira, o Maurício Bustamante, o Beto. Depois que chegaram os demais lá... e eu já sabia tudo! Ensinei o Wallid a amarrar a faixa, o Murilo a dar triângulo e o Bebeo a botar o joelho na barriga. Eu era bem mais antigo que esse pessoal que hoje a gente vê lutando pela TV.



Conte uma história engraçada do mestre.

Passei por diversas situações engraçadas ao lado dele. Uma vez, estávamos saindo da academia e o convidei para jantar na minha casa. Só que a cozinheira tinha feito um Bobó de Camarão e “pipipi-papapá”, o Carlson deixou a dieta Gracie de lado e comeu todo o camarão, deixando o bobó gelado pra gente. Como era tarde, na volta não tinha mais ônibus e o Carlson acabou voltando da Lagoa até Ipanema de carona num camburão. E eu fui junto... não iria perder a cena por nada. (risos)

Houve uma época em que você o ajudou a manter a academia aberta. é verdade?

Pois é. Quando virei artista, a academia estava prestes a fechar porque o Carlson não tinha dinheiro para pagar o aluguel. Pra piorar, ninguém pagava academia... nem eu. Então, num belo dia, o Carlson chegou pra mim e disse: “Mallandro, agora que você virou artista e é famoso, arranja uma grana!”. Acabou que cedi o dinheiro do aluguel em agradecimento a tudo o que ele me ensinou. Sou muito grato ao Carlson e ele vai fazer muita falta.

E os campeonatos? você Chegou a enfrentar algum Gracie nos tatames?

Nunca enfrentei um Gracie e sou amigo de muitos deles. A turma do Jiu-Jitsu no Rio era a dos Gracies... Cresci e aprendi muito com o Royler, o Renzo e o Rickson, por quem tenho muito carinho. Me lembro de uma vez que fomos a São Paulo representando o Pedro Hemetério, já que o torneio era apenas para equipes paulistas. Os locais acharam aquilo muito estranho. Estávamos todos bronzeados e cercados dos branquelas de São Paulo. Mesmo com a faixa azul, passamos o rodo nos paulistas, que na época não sabiam muito. Estavam lá o Maninho, o Felipão, Cacá, Pinduka, o Maurição e eu... éramos a linha de frente do Carlson.


O que o Jiu-Jitsu te ensinou que você usa até hoje?

O Jiu-Jitsu me deu muita segurança, tanto que eu nunca queria brigar na rua. Na minha época, ninguém conhecia a prática de Jiu-Jitsu e certa vez, em Petrópolis (RJ), um cara cismou que queria brigar comigo na rua. Tentei dissuadi-lo, mas o cara queria me enfiar a porrada.Então me defendi, levei o cara pro chão e apliquei um mata-leão. Falei pra ele que ele iria dormir, mas acabei soltando-o. O danado veio de novo pra cima de mim e não teve jeito.Encaixei a posição novamente e o cara dormiu. O Jiu-Jitsu tem esse lado bom, pois você imobiliza o oponente sem precisar dar um soco.

Mas você brigava muito na rua?

Não, sempre fui na minha. A única coisa que fazíamos era que quando estávamos na praia, a gente divulgava o Jiu-Jitu entre os amigos. Falava: “Vou te ensinar uma malandragem". E pegava o cara num estrangulamento. O pessoal ficava curioso e parava tudo lá na academia... o Carlson falava pra gente trazer mais alunos pra academia. O mestre também gostava de colocar a gente pra fazer uma luva e a gente saía na porrada (risos). Me recordo que certa vez, eu tava treinando com o Manimal e fiz um “Glu-Glu” pra cá e um “Glu-Glu” pra lá e o derrubei com uma baianada. Na seqüência, eu disse que tava cansado, precisava beber água e saí de fininho... (risos). Até hoje ele fica bolado quando eu lembro desta história com ele... ele diz que eu dei sorte.

Fonte: http://www.tatame.com.br/dasantigas/upload/64/arquivo.pdf

Treinamento Funcional

O treinamento funcional se refere a utilização de exercícios que simulam as atividades específicas que aparecem nos esportes ou nas atividades de rotina, mas também pode referir-se a exercícios que ajudam a corrigir ou evitar os desequilíbrios estruturais que ocorrem a partir da pratica de um esporte específico, pois a maioria dos esportes tendem a se especializar em determinados grupos musculares. Embora o termo treinamento funcional seja relativamente novo, o conceito não é.
Durante muitas décadas, cientistas do esporte e treinadores russos examinaram em detalhe o conceito de treinamento funcional em muitos livros. Duas das fontes mais amplamente referenciadas são o russo Dr. Yuri Verkhoshansky, que conduziu a pesquisa extensiva em pliometria, e o Dr. Anatoliy Bondarchuk, um dos treinadores de força mais bem sucedidos. Provavelmente o termo que mais se assemelha treinamento funcional é o termo preparação de força especial.

Ao desenvolver o planejamento de longo prazo para a carreira de um atleta, o treinamento inicial incidirá sobre a resistência geral e, posteriormente, a formação incidirá sobre a força específica. Além disso, como um atleta move para níveis mais elevados de classificação dos esportes, o treinamento de força geral deve ser realizado menos, pois poderia interferir com o desenvolvimento da força especial.
Inventar nomes para os conceitos de treinamento já estabelecidos é uma coisa, porém muitos treinadores do funcional nos querem fazer crer que a única maneira de alcançar os mais altos níveis de condicionamento é com o uso das superfícies instáveis, tais como placas de oscilação e bolas suíças.
O treinador Michael Wahl em seu estudo selecionou 16 atletas competitivos que tinham jogado em nível universitário ou superior, na verdade este grupo incluiu um kickboxer campeão do mundo. Usando o eletromiograma (EMG) de testes para analisar a atividade elétrica dos músculos, Wahl descobriu que os padrões motores do cérebro expostas em realizar exercícios em superfícies instáveis eram exatamente as mesmas que as observadas em superfícies estáveis. Ele concluiu que, devido à natureza instável destes exercícios menores cargas poderiam ser utilizadas, assim foram considerados inferiores a partir de uma perspectiva de treinamento de força. E para isso eu acrescento: "Por que treinar o corpo para ser fraco?"

Este é um texto escrito pelo reconhecido treinador de força Charles Poliquin. No texto pode se entender que o treinamento funcional não é uma novidade, alias há década atrás já se utilizava o treinamento de força especial que nada mais é do que o treinamento funcional, com uma mudança apenas no nome. Porém muitos treinadores querem nos fazer acreditar que o treinamento funcional, digo este realizado com plataformas instavéis e exercícios em suspensão, é o melhor treinamento que existe. Esses treinadores ainda não têm embasamento cientifico para afirmar esta hipótese.
A musculação é funcional !

* Fábio Martins das Neves
Graduado em Educação Física (FESB);
Pós Graduação em Musculação e Condicionamento Físico (FMU);
Pós Graduação em Fisiologia do Exercício (Unifesp);
fneves@bioritmo.com.br
fabiomartins_18@ig.com.br
www.exercicioresistido.blogspot.com
(11) 6385 3064



Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/10/12/Treinamento-Funcional

9 de out. de 2010

Ao elogiar o Sambo, Fedor desdenha do Jiu-Jítsu

Visto por muitos fãs da luta como o maior lutador de MMA de todos os tempos, Fedor Emelianenko, dono de 30 vitórias e apenas uma derrota, por sinal, muito contestada – por um corte acidental -, foi realmente exposto pela primeira vez em sua carreira na derrota fulminante para Werdum, da Califórnia para o mundo, no Strikeforce. A derrota do ícone russo veio pelas mãos (e pernas) de Fabrício Werdum, em um lindo ataque-duplo de armlock com triângulo, movimento plástico de um dos melhores faixas-preta da arte suave no mercado.


Humilde na derrota, Fedor, em entrevista ainda no cage, reconheceu que era a noite do brasileiro e que a vontade de Deus havia sido realizada. No entanto, em uma entrevista recente ao site russo gazeta.ru, o peso-pesado havia dado outra visão sobre a técnica empregada na noite em que voltou a ser visto como ser humano para os fanáticos por MMA:

- Sambo é demais. Jiu-Jítsu não é nada de especial. Já lutamos contra alguns caras do jiu-jítsu como este antes. Eu perdi naquela noite por causa de um erro pessoal… Eu perdi a cabeça, quis terminar o mais rápido possível. Eu perdi para o Werdum, era para ser assim, e agradeço a Deus que aconteceu desta forma – disse o ex-campeão do Pride.

Por Renato Rebelo
Fonte: http://colunas.sportv.globo.com/sensei/2010/07/23/ao-elogiar-o-sambo-fedor-desdenha-o-jiu-jitsu/

Braulio Carcará dá seu testemunho sobre a faixa-preta de Rashad Evans

Ainda no vestiário, após vencer o brasileiro Thiago Silva no UFC 108, Rashad Evans recebeu das mãos de Rolles Gracie a faixa-preta de Jiu-Jítsu. A polêmica graduação deu o que falar, especialmente na comunidade da arte suave, uma vez que o wrestler não é adepto aos treinos de quimono.


Rolles se defendeu, na época, destacando a qualidade do americano no submission. Para tirar a teima, nada melhor do que o atual campeão absoluto do ADCC para dar seu ponto de vista sobre o assunto, ainda mais com conhecimento de causa.

Bráulio ‘Carcará’ Estima passou algumas semanas ‘internado’ na academia de Renzo Gracie, em Nova York, quando se preparava para estrear no MMA, no evento Shine – que acabou sendo cancelado em cima da hora. Lá, o pernambucano rolou com o ex-campeão dos meio-pesados do UFC. E essa foi sua análise:

- Quando soube que o Rollezinho deu a faixa-preta fique me perguntando também. Mas fui lá e comprovei. O nível dele é de faixa-preta, ele é bom. Cara, posso te dizer tranquilamente que já treinei com mais de 50 faixas-preta que se ele pegar ele mata. Eu consegui raspar, pegar, mas estou no meu auge e eu só treino isso. Ele sabe raspar e passa bem para caramba, ele é muito bom.

Fonte: http://colunas.sportv.globo.com/sensei/2010/09/29/braulio-carcara-da-seu-testemunho-sobre-a-faixa-preta-de-rashad-evans/

O NOVO JIU JITSU

Muitos praticantes, lutadores e até mesmo professores de Jiu-Jitsu, atualmente, embora devotando grande respeito e admiração, pensam que, nos últimos anos, a técnica do grande mestre Hélio Gracie já estava sendo ultrapassada.


Isso aconteceu porque com a adaptação do seu Jiu-Jitsu para a disputa de campeonatos com regras especificas que limitam o tempo de luta, proíbem a utilização de certos golpes arriscados, instituem categorias de peso e conferem pontos por domínio de posição, a arte da defesa, que é essencial em um confronto com um adversário mais pesado e mais forte, em uma situação real, perdeu em grande parte o propósito.

A luta de campeonato, através da contagem de pontos, valoriza prioritariamente o ataque e a agressividade, e como o professor Hélio sempre enfatizava a defesa acima de tudo, passaram a considerar o seu Jiu-Jitsu desatualizado.

Entretanto, Sun Tzu já ensinava há milênios no livro “A Arte da Guerra”, que quando existe insuficiência de força, a defesa deve ser priorizada e que a tática ofensiva só deve ser utilizada em situação de vantagem física. Hélio, sem nunca ter estudado filosofia chinesa, aplicou princípios do Taoísmo e de Sun Tzu com a maior sabedoria e precisão.

Depois de muita pesquisa em antigos livros de Jiu-Jitsu e Judô, chegamos à conclusão de que Hélio Gracie foi o primeiro mestre das artes marciais na história a materializar essas filosofias chinesas milenares e aplicá-las ao combate corpo a corpo, através de seu método genial de defesa pessoal.

Ele entendeu muito cedo, lutando contra adversários muito mais fortes e pesados, que partir para o ataque em uma situação de desvantagem física representa um esforço inútil e arriscado. O ataque só deve ser utilizado como elemento surpresa ou em uma situação de superioridade.

Como o Jiu-Jitsu de Hélio foi desenvolvido para ajudar ao mais fraco, ele priorizou a tática defensiva que depende da paciência (através do domínio da técnica) e da resistência (através da alimentação racional e vida saudável) esperando o adversário errar ou cansar, para só então buscar a vitória.

A regra da imobilização utilizada tanto no Judô quanto na luta livre, de origem greco-romana, se baseia na idéia de que quando um lutador é dominado por um adversário, com as espáduas encostadas no chão, ou ele escapa rapidamente ou está liquidado.

Hélio ousou em discordar desse tradicional conceito esportivo e criou um sistema defensivo invulnerável que permite ao lutador mais fraco manter-se em posição desfavorável sem ser finalizado, isto é, vencido ou nocauteado. Ele sempre afirmou que ao desenvolver os reflexos da sua técnica de defesa, um lutador só perde se errar, pois a técnica de defesa em si é invencível.

Com o avanço da idade, nos últimos quinze anos e a natural perda de boa parte da pouca força física que possuía, ele foi obrigado a aprimorar ainda mais o seu Jiu-Jitsu (com o qual poucos privilegiados tiveram contato) e torná-lo mais eficiente para poder dar continuidade ao seu costume de enfrentar desafios e colocar os seus ensinamentos a prova.

Até os seus 94 anos, Hélio Gracie se deitava no tatame e mandava qualquer lutador ou praticante do Jiu-Jitsu que o visitava, independentemente de tamanho ou peso, escolher a posição que quisesse, montado ou atravessado e tentar vencê-lo, sem que ele tentasse sair, apenas se defendendo.

Ninguém logrou êxito. Tudo isso para provar aos seus alunos e a quem quer que fosse procurá-lo, que com a sua técnica de defesa, qualquer pessoa, mesmo o mais fraco, pode se tornar imbatível.

Um trecho extraído do clássico “A Arte da Guerra” de Sun Tzu mostra bem a filosofia que explica o novo Jiu-Jitsu por ele criado. “Os bons guerreiros de antigamente primeiro se colocavam fora da possibilidade de derrota e depois esperavam a oportunidade de derrotar o inimigo.

A garantia de você não ser derrotado está em suas mãos, já a oportunidade de derrotar o inimigo é fornecida por ele mesmo. Vem daí o ditado: pode-se saber como vencer sem ter a oportunidade de fazê-lo.

A garantia contra a derrota implica táticas defensivas; a capacidade de derrotar o inimigo significa saber como e quando tomar a ofensiva. Devemos nos manter na defensiva quando a força for insuficiente e só atacar no erro ou no enfraquecimento do inimigo. O guerreiro vence os combates não cometendo erros. Não cometer erros é o que dá a certeza da vitória”.

Por Guilherme e Pedro Valente
http://colunas.sportv.globo.com/sensei/2010/10/01/relembrando-o-mestre-helio-gracie-faria-97-anos-hoje/

7 de out. de 2010

Aperfeiçoe as quedas para o Jiu-Jitsu

Faixa-preta de Jiu-Jitsu e de judô, Max Trombini, mestre da Cia Paulista, em São Paulo, já recebeu as principais equipes de judô do mundo. O treinador de feras como Eduardo Santoro “Português” é responsável, com aval da CBJ, pelo treinamento de chão de muitos judocas.


No entanto, no vídeo abaixo, Max, que está prestes a lançar o livro “Aprendiz de Samurai”, de sua autoria, ensina uma série de macetes e quedas que podem ser úteis aos atletas de Jiu-Jitsu. O professor dá uma verdadeira aula no site do GRACIEMAG.com


 
Fonte: http://www.graciemag.com/pt/2010/10/aperfeicoe-a-parte-de-quedas-para-o-jiu-jitsu/

5 de out. de 2010

PAN DE JIU JITSU SEM KIMONO 2010


O Pan Sem Kimono 2010 teve Pablo Popovitch como rei, campeão no peso e no absoluto. Mas o evento também coroou as boas participações de Caio Terra, Henrique Costa, Jonathan Torres, Lucas Lepri, Diego Gamonal, Marcus Vinícius Oliveira e Victor Costa, entre outros. Além disso, os atletas da faixa-azul a marrom fizeram bonito nos dojôs montados em Nova York.


Entre as academias, melhor para a Renzo Gracie, seguida pela CheckMat e Alliance. Vale comentar também a boa participação da equipe de Marcelo Garcia, campeã no feminino e no masters e seniors.

Se você vence em Nova York, você vence em qualquer outro lugar. Pablo Popovitch seguiu o lema de Frank Sinatra e, após vencer a categoria até 77kg do ADCC ano passado, tornou-se campeão no absoluto e no meio-pesado do Pan de Jiu-Jitsu Sem Kimono, em Nova York, no sábado.


Pablo chegou à final do aberto com Marcus Vinícius “Bochecha” (CheckMat) e ficou com o título sem lutarem, já que ambos treinam juntos na Flórida. Bruno Bastos e Caio Terra completaram o pódio.

Venceram na faixa-preta, ainda, Caio Terra (pluma), Henrique Costa (pena), Jonathan Torres (leve), Lucas Lepri (médio), Diego Gamonal (pesado), Marcus Vinícius Oliveira (superpesado) e Victor Costa (pesadíssimo).



Resultados por equipes:

Adulto:

1- Renzo Gracie 
2- Checkmat BJJ 
3- Alliance

Master & Seniors:

1- Marcelo Garcia
 2- Alliance 
3- Gracie Humaitá

Juvenil:

1- Alliance 
2- Lloyd Irvin 
3- Hasset’s

Feminino:

1- Marcelo Garcia 
2- Brazilian Top Team
 3- Lloyd Irvin

Jiu-Jitsu vira esporte oficial na Noruega

Faixa-preta de Vinícius Campello e Otávio Ratinho, Felipe Mota, mais conhecido como “Gargamel”, está atualmente morando na Noruega, depois de dar aulas de Jiu-Jitsu por muitos anos na academia AKXE, no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Convidado para ensinar a arte suave na Europa, Gargamel embarcou com destino à cidade de Stavanger, onde se deparou com algumas academias destinadas à prática do esporte, embora não fossem ainda reconhecidas oficialmente.


Procurando o reconhecimento em terras norueguesas, Felipe solicitou um visto profissional para que pudesse se fixar de vez na Europa e tentar expandir seu trabalho. O problema todo foi que nenhuma embaixada concederia um visto profissional perante a justificativa da prática do Jiu-Jitsu, já que ainda não era uma profissão oficialmente reconhecida pelo Ministério dos Esportes norueguês. Gargamel, porém, não desistiu. Correu atrás para conseguir a oficialização do esporte para vencer toda a burocracia do país onde se havia fixado.

Não há dúvidas de que o longo processo gerou muito trabalho e dor de cabeça para o faixa-preta, mas, pouco mais de um ano depois, Felipe recebeu uma carta enviada diretamente pelo governo, na qual ele era parabenizado pelo trabalho desenvolvido e ressaltando sua importância para o desenvolvimento e profissionalização da modalidade no país. Pode ter sido duro, mas com certeza foi satisfatório ver o resultado final. Enfim, o Jiu-Jitsu passou a ser um esporte oficial na Noruega.

Sendo o primeiro a conseguir um visto profissional com a justificativa de ser professor de Jiu-Jitsu, Gargamel também é o primeiro a ter uma academia oficialmente registrada junto ao Ministério dos Esportes e faz questão de levar o nome da academia que o formou, AKXE, para a Noruega. No seu centro de treinamento, há também aulas de outras modalidades, como MMA e preparação física, atuando de como um profissional do esporte. Resta a nós agora nos espelharmos em iniciativas como esta para que o Brazilian Jiu-Jitsu, um esporte brasileiro, seja também profissionalizado em nosso país.

Fonte:http://www.tatame.com.br/2010/10/05/Jiu-Jitsu-vira-esporte-oficial-na-Noruega

2 de out. de 2010

Nova União e o título no Br. de Equipes


Campeã geral do Brasileiro de Equipes desse ano, a Nova União vem dando o que falar nas categorias de base. Com uma apresentação irretocável entre os atletas da nova geração, a equipe esteve em quase todos os pódios da categoria juvenil faixa azul e roxa, o que fez a diferença para que a equipe se sagrasse campeã. A Nova União provou mais uma vez que craque se faz em casa e a migração de grandes atletas da equipe para o MMA não atrapalha o andamento do time, que vem com uma nova geração fortíssima.

“Graças a Deus a gente tem uma categoria de base muito forte, temos muitos atletas. Esse ano devemos subir dois atletas da faixa roxa para a marrom, de repente o Breno Novaes e o Kauê Damasceno vão subir e com certeza vão dar o que falar. Fora a nossa base, desde que existe o Brasileiro de Equipes nós nunca perdemos na categoria juvenil e todos os nossos juvenis campeões da CBJJ se tornaram grandes faixas pretas”, comemora o líder da equipe, André Marola, preparando um exército para as próximas competições. “Desses 21 juvenis que a gente botou para lutar, dez vão subir pro adulto e 11 ainda ficam no juvenil e têm muita lenha para queimar. Nós perdemos o marrom e preta porque a galera migrou para o MMA, o que e normal, natural, mas nos vamos conseguir voltar a brilhar novamente entre os faixas marrons e pretas, levando novos talentos ao mercado”.

Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/10/02/Nova-Uniao-comemora-o-Brasileiro-de-Equipes
Por Erik Engelhart
Foto Guilherme Cruz

1 de out. de 2010

Quando Chuck Liddell lutava no Brasil. RARIDADE !!!

Liddell x Pelé em 1998, no IVC 6 em São Paulo.


Foi a segunda luta do Homem de Gelo, e a única dele no Brasil. Uma guerra de 30 minutos, que mostra o coração do ex-campeão do UFC.



Fonte : http://www.graciemag.com/pt/2010/06/quando-chuck-liddell-lutava-no-brasil/

HOMENAGEM A HÉLIO GRACIE


Hoje é dia 1º de outubro, dia do nascimento de Helio Gracie (1913-2009). O saudoso grande mestre, que partiu no início do ano passado, faria 97 anos (ou 98 segundo ele, que contava o tempo de gestação na barriga).


Todo dia é dia de relembrar os ensinamentos do professor, e aprender com ele, hoje especialmente. Reveja então algumas lições do grande mestre, nesta entrevista, que não é a última de Helio, mas é impagável

http://www.graciemag.com/pt/2010/10/uma-data-para-relembrar-e-reaprender-com-helio-gracie/

14 de set. de 2010

JIU JITSU NO TROPA DE ELITE 2

A revista “Veja-Rio” trouxe nesse fim de semana reportagem de capa sobre um dos três lançamentos mais aguardados do cinema brasileiro para 2010. Como o leitor já sabia anteriormente, “Tropa de elite 2″, do diretor e casca-grossa José Padilha, tinha Rickson Gracie como um dos consultores para diversas cenas.


O que a “Veja” revelou a seus leitores no sábado foi que o Jiu-Jitsu terá papel importante na sequência de um dos filmes mais bem-sucedidos do cinema brasileiro, sucesso de público e crítica e vencedor do Urso de Ouro em Berlim.

Relata a reportagem:

“No filme, o coronel Nascimento e seu filho Rafael, papel do jovem Pedro Van Held, brigam durante a maior parte do tempo. A tensão familiar, que na primeira fita era concentrada nos desentendimentos com a mulher, agora é transferida para essa relação. Os únicos momentos de paz entre os dois acontecem no tatame, quando seus personagens treinam Jiu-Jitsu. Para fazer as cenas de luta, ambos foram orientados pelo especialista Rickson Gracie, um dos maiores nomes do esporte no mundo. A consultoria profissional, porém, não impediu um incidente nas gravações. Em um dos treinamentos, Van Held, já cansado, levou um golpe de Moura e simplesmente desmaiou. Felizmente, nada grave aconteceu”.

“Tropa de elite 2″ estreia dia 8 de outubro.

24 de ago. de 2010

Dieta Gracie

O ano era 1996, o mês setembro e na página 8 da edição número 2 de GRACIE Magazine, Carlos Gracie Jr. começava um artigo da seguinte maneira. “Hoje em dia muito tem se falado sobre dietas. Existem as mais diversas possíveis, algumas receitadas para combater doenças, obesidade e até para melhorar o rendimento do organismo em atividades físicas”.


Muitos anos depois, o panorama não é muito diferente, e os habitantes do planeta parecem cada vez mais conscientes sobre aquilo que põem para dentro do seu corpo. Só que nem sempre foi assim.

Foi depois de sofrer com fortes enxaquecas – capazes de o deixar trancado no quarto por horas –, pleuras e até mesmo gota que grande mestre Carlos Gracie se deu conta de que algo tinha de mudar. Nas palavras do filósofo Hipócrates estava a primeira dica: “Faça da alimentação o seu remédio”.

Com fome de conhecimento, Carlos passou a ler cada vez mais sobre o assunto e durante anos a fio foi compilando todo o aprendizado para desenvolver aquela que seria consagrada como a Dieta Gracie. Os problemas de saúde ficaram para trás e o outrora jovem debilitado tornou-se um homem atlético.

O próximo passo então era comprovar a eficiência do método, e para isso, ninguém melhor do que a própria prole para testar as descobertas. Carlos Gracie incutiu nos filhos, sobrinhos e netos a necessidade de escutar o corpo e a ele oferecer alimentos que sirvam somente para seu benefício.

Aos poucos, o biótipo da família foi sendo alterado e os descendentes do Mestre cresciam cada vez mais do que os seus 1,60m e 63kg. De fato, conforme Carlinhos Gracie, “A alimentação saudável modificou uma família inteira”.

Mas afinal, do que se trata a Dieta Gracie? Ela consiste em não envenenar o corpo, não deixá-lo doente e estabelecer uma combinação adequada dos alimentos. O objetivo principal é manter o pH das refeições o mais neutro possível, equilibrando as substâncias através da combinação certa.

A combinação idealizada por grande mestre Carlos é global e supre os problemas de todos. Trata-se, principalmente, de não misturar: cereais entre si, gordura com açúcar, e alimentos ácidos com nenhum outro tipo. Fazer refeições com intervalos de, no mínimo, quatro horas, voltando a se alimentar somente quando o estômago estiver vazio.

Mas isso não é tudo. Além da preocupação com os alimentos sólidos, o Gracie procurava uma complementação à base de chás, usando assim aquilo que é oferecido pela natureza para curar os males do homem. “Nosso corpo é uma máquina cujo óleo é o sangue. Se o sangue estiver puro a máquina trabalha bem”, diz Carlos Gracie Jr. “O objetivo de meu pai era manter os lutadores da família bem, ou seja, livres de qualquer doença que por ventura pudessem surgir e inviabilizar um possível combate”.

A inclusão das frutas como parte fundamental da alimentação também pode ser creditada ao grande mestre. “Cerca de 30 anos atrás as pessoas entravam na minha casa e viam aquela dispensa cheia de frutas e verduras. Todos achavam estranho, pois para a cultura da época fruta não passava de sobremesa, enquanto que para nossa família correspondia a 50% do regime nutricional”.

Pai de 21 filhos e avô de mais de 50 netos, o patriarca dos Gracie teve, curiosamente, no irmão Helio a melhor defesa de sua tese. Adepto ferrenho da Dieta, grande mestre Helio sempre esbanjou saúde. “Quando ninguém falava em nutrição meu pai percebeu a validade de cortar a carne vermelha antes das lutas de tio Helio”, lembra Reila Gracie.

A comprovação de que ele estava certo não demorou a acontecer: em 1955, Helio lutou com Waldemar Santana durante 3h40m ininterruptamente. Vale lembrar que em 1955, Helio Gracie já estava com 42 anos, enquanto Waldemar não havia completado 24.

Resumir, portanto, a ciência de grande mestre Carlos a uma simples dieta é diminuir muito sua obra.

“Ele antecipou várias das hoje tão propagadas descobertas científicas, como o papel benéfico do caroteno, substância encontrada no mamão e na cenoura, o conceito de radicais livres e a medicina ortomolecular. Isso sem falar de seu pioneirismo em relação ao hábito de tomar açaí, suco de melancia, água de coco e vitaminas batidas”, diz Reila. Carlinhos completa: “Todos devem dosar o trabalho com alimentação. Nós despertávamos isso em nossos alunos e estes influenciavam outras pessoas. Daí o aparecimento de restaurantes naturais, casas de suco e toda uma onda de alimentação natural provocada por nós. Vejo o meu pai como grande precursor da alimentação natural aqui no Brasil”, afirma Carlinhos.

Quem quiser comprovar tais teses basta seguir a Dieta Gracie, mostrada nas tabelas abaixo:


Fonte: http://www.graciemag.com/pt/dieta-gracie/

20 de ago. de 2010

Guia da flexão de braço eficiente: fortaleça os músculos superiores

A flexão de braço é um dos exercícios mais simples que existem e, ao mesmo tempo, pode ser um dos mais eficientes. Se o que você quer é ganhar músculos e não está a fim de entrar em uma academia tão cedo, pode integrá-las à sua rotina diária e, sem precisar de um daqueles apetrechos vendidos pela TV, ter resultados visíveis em pouco tempo para tríceps, peito e, dependendo da variação que você usar, também costas e abdomen. Veja este guia com as vantagens, dicas e vídeos para tirar o máximo deste exercício e confira o site flexão de braço.info – com ainda mais dicas sobre como ficar sarado!


As vantagens da flexão de braço – Ao contrário do que muitos pensam, as flexões de braço não servem somente para bíceps – este grupo muscular é exercitado, mas não é exatamente o foco – mas são excelentes para o peito, ombros e tríceps. Fazê-las com freqüência e níveis de esforço crescentes ajuda a aumentar bastante o tamanho do braço e de toda a musculatura superior.

A flexão de braços clássica – Veja algumas dicas para garantir os resultados (e minimizar riscos) com a flexão de braço básica:

Na forma mais básica, mantenha as mãos ligeiramente mais abertas que o seu ombro, com os dedos unidos e apontando para frente. Tome extremo cuidado com a posição das mãos para não sobrecarregar o punho – o que pode piorar casos de tendinite;

Inspire enquanto você desce o corpo e expire ao elevá-lo. Preste muita atenção à respiração, pois perder o fôlego é uma das principais razões para não conseguir fazer mais do que dez repetições;

Preste atenção: é para quase encostar no chão, mas nunca encostar, independente da variação que você estiver fazendo (a clássica ou as várias outras existentes). Quando você encosta o seu corpo no chão, os músculos deixam de sustentar o corpo (quem está sustentando é o chão ) e, por isso, relaxam – acabando com o efeito desejado;

Nunca estenda os braços completamente ao subir. Isso tem o mesmo efeito que encostar o corpo no chão – tira o esforço dos músculos dos braços e passa aos cotovelos, que dão sustentação ao corpo ao ficarem travados;

Não corra. Fazer 20 flexões rapidamente tem menos efeito do que fazer dez devagar. Os músculos precisam se esforçar mais ao realizar exercícios vagarosamente – o que aumenta a quantidade de fibras afetadas (e garante melhores resultados);

A maioria dos treinadores recomenda que você comece com os braços estendidos e vá descendo (em vez de começar deitado e tentar elevar o corpo);

A sua coluna deve ficar reta a todo momento e completamente alinhada com o quadril. Isso maximiza o efeito e reduz o risco de problemas na coluna e no pescoço;

Para garantir uma boa postura, mantenha seus músculos abdominais contraídos a todo momento, assim como o quadril. Isso ajuda a manter a coluna reta e ainda faz com que estes dois grupos musculares também se exercitem;

A flexão básica passo-a-passo

1.Deite de barriga para baixo com as mãos na altura e largura dos ombros. As palmas da mão devem estar totalmente no chão, com os dedos unidos à frente. Os pés devem estar unidos e apenas a ponta dos pés deve tocar o chão

2.Contraia o quadril e os músculos abdominais para garantir que a sua postura está completamente alinhada e reta.

3.Eleve o corpo, prestando bastante atenção à postura. Cuidado para não estender os braços totalmente;

4.Desça o corpo lentamente. Inspire enquanto faz isso e mantenha os braços alinhados;

5.Pouco antes de tocar no chão, suba o corpo, expirando. Cuidado para não estender os braços totalmente;

6. Repita os dois passos anteriores até chegar no número de repetições que deseja

Quantas flexões fazer?

A resposta curta é: o máximo que conseguir, sem perder a postura ou roubar. Se você está com dificuldades mesmo para fazer poucas repetições, experimente se apoiar nos joelhos em vez dos pés. Isso vai te ajudar no começo e, quando seus braços estiverem mais fortes, você conseguirá fazer com os pés.

Quando você conseguir resistência suficiente para fazer 20 ou 30 repetições de uma vez, tente reduzir para séries de 15 e fazer estas séries várias vezes, com dois a três minutos de descanso entre elas. Além disso, se você começar a perceber que está muito fácil ou já está fazendo flexões por horas (no esquema de séries de 15), comece a ver variações (veja vídeos abaixo) e a aumentar a dificuldade apoiando os pés em superfícies cada vez mais altas (o que aumenta o peso do seu corpo apoiado nos braços).

Outra maneira de aumentar o esforço é aproximar os braços cada vez mais – sendo que a flexão em triângulo (formando um triângulo com as mãos) é a que mais exige do corpo.

Cuidado!

Comece aos poucos e vá aumentando gradativamente a quantidade de flexões por série e de séries por dia. Não tente se matar no primeiro dia

Lembre-se de que os músculos não crescem durante o exercício – eles crescem ao se recuperar do exercício. Por isso, durma bastante, coma bem (proteínas!) e dê ao menos 24 horas de descanso para eles se recuperarem. Overtraining não ajuda em nada

O que deve doer um pouco são os músculos, não as mãos, as articulações nem nada disso. Tem tendinite ou qualquer outro problema nos braços, mãos etc? Vá a um médico antes de começar qualquer exercício;
 
Fonte: http://saudavel.info/2006/10/29/guia-da-flexao-de-braco-eficiente-fortaleca-os-musculos-superiores/

3 de ago. de 2010

Entrevista - Rodrigo Minotauro Nogueira

Ex-campeão peso pesado do Pride e do UFC, Rodrigo Minotauro terá a chance de vingar uma das derrotas amargas de sua carreira. Na luta principal do UFC 119, o baiano encara Frank Mir, seu algoz de 2008, e está pronto para o duelo. Em entrevista exclusiva à TATAME, Minotauro falou sobre a revanche, comparou seu Jiu-Jitsu ao do americano, comentou e o duelo de seu irmão Rogério Minotouro contra Ryan Bader, que foi pupilo de Minota no The Ultimate Fighter 8.


Você finalmente terá a revanche contra o Frank Mir, algo que você sempre pediu. Como está a motivação para essa luta?

Estou motivado, treinando bem, estou no gás... É uma luta importante para a minha carreira. Essa é a luta que eu queria há um tempo e agradeço a eles (UFC) por terem me dado essa chance de fazer essa luta novamente. Estou pronto pra guerra.

Você já começou a preparação para a luta?

Estou treinando bastante, fazendo a preparação com o André Galvão, o pessoal lá do CT, vou para a Bahia, treinar um pouco de Boxe também, Muay Thai, e no começo do mês vou lá para Los Angeles, treinar com o Anderson Silva e o pessoal.

Você já teve um tempo para poder pensar em estratégia para a luta contra o Frank Mir...

Logicamente a estratégia é nossa, vamos ver o que vai sair na hora (risos)...

Muitos fãs, principalmente depois da vitória do Fabrício Werdum sobre o Fedor Emelianenko e da vitória do Brock Lesnar sobre o Shane Carwin, acreditam que você deveria voltar a usar mais o Jiu-Jitsu, que foi sua principal arma durante toda a carreira. O que você acha disso?

É o jogo que eu gosto, realmente, mas eu não estou fazendo por falta de oportunidade, mas quando a luta cai no chão eu me sinto bem confortável, me sinto bem mais confortável que em pé... É questão de oportunidade, de poder levar a luta para o chão. Os caras escorregam, não querem ir para o chão comigo, mas eu sempre vou procurando a luta de chão. O Werdum montou uma estratégia muito boa, o triângulo encaixou, e o Shane Carwin mostrou que ainda não pegou maturidade por baixo. Em pé é como um estouro de boiada, a mão vem de tudo quanto é lugar.



O Frank Mir também tem um jogo de chão forte. Como você compara o seu Jiu-Jitsu ao dele?

Eu acho o Frank um bom finalizador, uma luta chão entre a gente ia ser muito bonita de se ver, mas acho o meu jogo um pouco mais justo no chão. Tenho uma movimentação um pouco maior e acredito no meu gás. Ele tem um jogo justo, mas acho que o meu jogo é um pouco mais justo, por isso acredito que sou um pouco melhor no jogo de finalização.

O seu irmão vai lutar na mesma noite contra o Ryan Bader. O que você espera dessa luta?

Lutão, cara... Coincidentemente vai ser contra um cara que eu treinei por três ou quatro meses ali na época do reality show do UFC, é um cara explosivo, bom, melhorou a parte dele em pé, mas estou empolgado com o Rogério, ele está bem focado, treinando bem. Ele está treinando como treinou para a luta contra o (Vladimir) Matyushenko, bem focado... Ele sabe que essa é a chance dele de chegar ao cinturão. É uma boa luta, gosto de lutar com ele, é uma adrenalina maior... Vão ser duas lutas na mesma noite, isso me deixa muito focado. Um ajuda o outro. Essa semana vamos treinar juntos, a parte de trocação... É bem motivante para mim, vamos relembrar essa época do Pride, quando fizemos muitas batalhas.

O que o Ryan Bader traz de perigoso nessa luta?

Ele tem uma direita muito forte, é explosivo, tem ritmo, mas o Rogério segura melhor o ritmo dele. O Ryan é um bom wrestler... O ground and pound não é tão bom, então no ground and pound ele não oferece tanto perigo ao Rogério, mas ele é um cara que tem aquele giro do wrestler, mas o Rogério é melhor que ele na trocação e contra-golpeia bem. Ele derruba bem, mas o chão do Rogério é melhor.

Como fica o nervosismo na hora, quando você fica dividido entre assistir a luta do seu irmão e fazer o último aquecimento para a sua luta?

Eu vou lutar duas vezes na mesma noite. Eu gosto, a luta dele me dá bastante adrenalina, eu entro bem focado, já liga a minha adrenalina... A gente é um time, eu e o meu irmão lutar no mesmo dia já me deixa no clima da luta, então é interessante.

Fonte:http://www.tatame.com.br/2010/07/23/Rodrigo-Minotauro

Entrevista - Saulo Ribeiro

Hexacampeão mundial de Jiu-Jitsu, Saulo Ribeiro voltou ao palco que o consagrou mundialmente no Internacional de Masters e Sêniors. No peso, o faixa-preta de Royler Gracie finalizou quatro adversários e faturou a categoria dos pesados e no absoluto venceu dois combates e fechou com seu companheiro de equipe Rodrigo Munduruca. Em entrevista concedida logo após as conquistas, Saulo comentou sobre a sua participação, falou da emoção em voltar aos tatames do Tijuca Tênis Clube e garantiu que em 2011 estará de volta. Confira a seguir.


Você conquistou o título no peso, ganhando as quatro lutas por finalização e hoje fez duas lutas e fechou o peso com o Rodrigo. Como você se sentiu lutando no Internacional de Master?


Vir aqui no Rio, no berço, aonde tudo começou, é realmente uma emoção muito grande, é uma energia muito positiva. Hoje, o que me estimula a lutar é o fator ideológico, não é o fator competitivo. Dessa forma, eu acho que o título absoluto está muito bem representado com o Rodrigo, que faz um excelente trabalho no Canadá e representa a família Gracie Humaitá. No Master e no Sênior, as pessoas estão vindo aqui mais para lutar e não para ganhar... Eu acho que essa é a grande diferença do adulto para o Master. O pessoal está muito preocupado com auto-afirmação, com a questão de impor o nome no esporte e está esquecendo um pouco da essência do nosso Jiu-Jitsu. É um campeonato de muitas vantagens, quase isso, quase aquilo, meio isso, meio aquilo... No Master, eu acho que o pessoal tira um pouco do ego e da necessidade de se auto-afirmar e vem aqui porque, no final de tudo, isso é uma grande festa, uma grande comemoração e uma celebração do nosso Jiu-Jitsu, então eu acho que vir aqui é sempre bom, principalmente para dar um estímulo e ver essa nova geração.

Há quanto tempo você não lutava no Tijuca?

Muita gente vem aqui e nunca me viu lutar porque só luta há quatro anos, e é exatamente o tempo que eu não estava no Brasil. Estou muito feliz, trouxe aqui para o Brasil um pessoal dos Estados Unidos que estava treinando comigo lá na Ribeiro Jiu-Jitsu, que representam muito bem, ganhando medalhas em todas as categorias e ajudando à Gracie Humaitá a levar o campeonato geral e dar uma força no trabalho do Rolker Gracie, que ficou aqui com a matriz. Mais um título para a Gracie Humaitá.

Você estava há quatro anos sem vir, mas seus principais títulos foram conquistados aqui. Como foi essa energia de voltar?

É uma grande emoção, me deu vontade de chorar... Na verdade, eu não sabia que eu iria me emocionar tanto, foi aqui neste palco que eu me emocionei, correram as lágrimas, literalmente. Um palco de lesões, um palco de alegrias e derrotas, um palco de algumas atitudes imaturas... Na verdade, a minha história foi toda criada aqui, então voltar aqui é muito emocionante. Tem o meu pai, tem minha família toda aqui. Esse campeonato em especial eu dedico à filhinha do Xande, à minha afilhada Vitória, que o nome já está aí escrito na história... É um motivo de satisfação para mim, que hoje tenho a vida nesse esporte, não só no Brasil, mas como no mundo. Para mim é quase como uma nostalgia vir aqui.

Podemos esperar você no próximo ano?

Claro. Vou ver se eu consigo convencer o Xande para vir brincar aqui também e prestigiar. Acho que a galera está sentindo um pouco a falta de ícones e ídolos do esporte, pessoas que tem alguma coisa para dizer e acrescentar, alguma palavra de conforto para aqueles que estão chegando... Eu acho que esse campeonato aqui não pode morrer, eu espero um pouco mais de marketing, um pouco mais de assessoria de imprensa, mais capital investido. Eu cheguei aí e nenhum dos meios de comunicação estava sabendo desse evento, então eu acho que tem que dar uma investida no Brasil, foi aqui que tudo começou e isso não pode ser esquecido. Eu estou aqui deixando a minha academia, deixando o meu nome e toda a minha organização em prol do Jiu-Jitsu, no que precisar de mim... A Confederação, mais uma vez, continua com aquele trabalho crescente, então a gente tem que somar e não dividir. Mais uma vez o trabalho foi feito, a arbitragem está cada vez melhor, a comando do Álvaro (Mansor). Eu acho que as pessoas estão ficando educadas dentro do esporte, o que eu acho importante para que surjam novos ídolos, então eu só tenho que dar os parabéns por mais uma campanha vitoriosa da Gracie Humaitá.

Fonte: http://www.tatame.com.br/2010/07/26/Saulo-Ribeiro

Senhor de 70 anos luta MMA e quebra recorde

John Williams marcou a história do MMA no dia 24 de julho, em Moncton, Canadá. O senhor de 70 anos se tornou a pessoa mais velha a competir no MMA profissional, enfrentando Larry Brubaker de 49, ex-wrestler profissional. Mas não pense que o caminho até lá foi fácil. O lutador levou cinco anos para conseguir a sonhada luta. Mesmo quando Williams tinha 65 anos, a Comissão Atlética local não era muito a favor que ele lutasse. Apesar de ter competido no Judô desde os sete anos de e se manter atualizado em seminários como o de Royce Gracie, as Comissões oficiais não o achavam capacitado.


Williams passou por todos os tipos de teste médico que você possa imaginar para provar sua capacidade física e a resposta do seu corpo quanto aos movimentos, fez diversos exames de sangue, ficou 24h com o coração monitorado e passou por mais uma dezena de testes. Sua pressão estava ótima e o coração mostrava batimentos cardíacos de causar inveja a um maratonista. Mesmo assim, ninguém queria deixar uma pessoa de idade entrar no ringue, então Williams buscou outro caminho. “Eu peguei informação sobre discriminação por conta da idade da pessoa, e percebi que, se esse é meu trabalho e eu ainda sou fisicamente capaz de realizá-lo, então pela lei não teria jeito no mundo deles me impedirem de lutar“, disse o “setentão” ao site MMAfighting.com.

O canadense foi inteligente ao abordar a questão do preconceito, já que se demonstrou capaz de realizar uma luta e a estratégia deu certo. A Comissão percebeu que estava lutando por uma causa perdida e acabaram cedendo. Um obstáculo a menos. A próxima tarefa de William era arrumar um adversário. Quando seus projetos de achar um oponente estavam ficando já sem esperanças, um lutador se candidatou do bom e velho jeito, como o Williams explicou. “Eu comprei um carro e tive um desentendimento sobre o pagamento com o dono da autorizada, quase chegamos as vias de fato. Meu filho, que também havia comprado um carro com ele, estava passando pelo local quando ele perguntou: “Eu ouvi dizer que ele quer um cara pra lutar contra ele no ringue, então por que ele não luta comigo e a gente acerta as nossas diferenças?”. Era Larry Brubaker, ex-wrestler e dono da loja de carros.

A luta em si não foi boa para o John William, que foi finalizado no segundo round com uma chave calcanhar, mas o que ficou marcado mesmo para o guerreiro foi a emoção de subir no ringue e se sentir renovado a cada dia. “A questão é viver isso. E eu te digo, eu me senti muito ativo quando entrei naquele Cage, um ser humano de novo. Você fica com aquilo na cabeça, das pessoas acharem que você não sabe mais as coisas por ter 70 anos. Eu gosto de Eminem e de rap... Mentalmente, eu me sinto igual me sentia quando tinha 10 anos, gosto dos mesmos carros, das mesmas mulheres. Nada mudou, mas tem esse estereótipo de pessoa velha. Não eu, pois fui um lutador minha vida toda. Você só tem uma vida e quando acaba, é pra sempre. Se você é lembrado pelas pessoas por algo, então é como se você fosse imortal”, encerrou William.

Fonte:http://www.tatame.com.br/2010/08/03/Senhor-de-70-anos-luta-MMA-e-quebra-recorde

2 de ago. de 2010

Veja quem são os brasileiros que estarão no UFC 117

No próximo sábado (7) o mundo assistirá a um evento histórico. Nunca antes o UFC teve brasileiros contra norte-americanos em suas cinco lutas principais da noite.


A rivalidade entre os dois países com mais representantes entre os atuais campeões das cinco categorias do UFC estará ainda mais em evidência. Só a categoria meio-leve não tem um lutador de um dos dois países no topo, já que o canadense Georges St. Pierre é o melhor. No peso leve e no pesado, os detentores do cinturão são, respectivamente, os americanos Frank Edgar e Brock Lesnar. Já os brasileiros Maurício Shogun Rua e Anderson Silva dominam as categorias peso meio-pesado e peso médio.

Anderson Silva, aliás fará a principal luta do próximo sábado. Ele defenderá seu cinturão pela sétima vez, agora contra Chael Sonnen. Os outros brasileiros no evento são Thiago Alves, o “Pit Bull”, que terá a revanche contra John Fitch na categoria meio-médio (até 77 kg), Rafael dos Anjos luta com Clay Guida na categoria peso leve (até 70 kg), Ricardo Almeida, o “Cachorrão”, enfrenta a lenda do UFC Matt Hughes, e Junior dos Santos, o “Cigano”, encara Roy Nelson.

Saiba mais sobre os cinco brasileiros:

Anderson Silva


É um dos melhores lutadores da história do vale-tudo. Está invicto no UFC e não perde uma luta desde 2006. No UFC 117 ele defende o cinturão no peso médio pela sétima vez, um recorde no evento. O paulista tenta apagar a má impressão deixada depois de sua última luta, no UFC 112, quando venceu o também brasileiro Demian Maia por pontos mas deixou o octógono criticado pela falta de profissionalismo depois de ter até xingado seu adversário durante o combate.

Thiago Alves, o Pit Bull

Sem lutar há mais de um ano, o cearense finalmente terá a revanche contra o americano John Fitch, que venceu o primeiro duelo entre os dois em 2006. A luta foi adiada três vezes por contusões dos dois lutadores. Esta havia sido a última derrota do brasileiro até perder para o canadense Georges St. Pierre no UFC 100, em julho de 2009, no combate que valia o cinturão da categoria meio-médio.

Rafael dos Anjos

Está em um bom momento na carreira, se recuperando das duas derrotas nas primeiras lutas que fez no UFC. Tem o jiu-jitsu como principal arma e vem de três vitórias consecutivas na categoria peso leve. Uma vitória contra Clay Guida coloca o carioca de 25 anos entre os primeiros na lista para desafiar Frank Edgard pelo cinturão da categoria.

Ricardo Almeida, o “Cachorrão”

Aos 33 anos, “Cachorrão” já é um veterano no UFC. Estreou na edição 31 do evento, em 2001. Desde então passou pelos principais campeonatos de vale-tudo no mundo até voltar ao UFC em 2008. Vem de três vitórias consecutivas, a última delas na edição 111, em 27 de março deste ano, sobre o norte-americano Matt Brown.

Junior dos Santos, o “Cigano”


É uma das maiores promessas da categoria peso-pesado do UFC e dos irmãos Nogueira, Minotauro e Minotouro, que são seus padrinhos no vale-tudo. Treina jiu-jitsu com Demian Maia, pentacampeão mundial e que também está no UFC. Se vencer o combate contra Roy Nelson no próximo sábado, “Cigano” se estará entre os principais candidatos a desafiar o americano Brock Lesnar pelo cinturão da categoria.
 
Fonte:http://esportes.r7.com/mais-esportes/noticias/veja-quem-sao-os-brasileiros-que-estarao-no-ufc-117-20100702.html